Parada LGBT de Salvador
Parada LGBT de Salvador (Foto: Evandro Veiga/Divulgação)

Os organizadores da 17ª edição da Parada do Orgulho LGBT da Bahia divulgaram na sexta-feira (06), o tema do evento deste ano, marcado para acontecer no dia 9 de setembro, no centro da capital Salvador.

Com o lema “Abraço a diversidade”, o desfile percorrerá as principais vias da cidade em oito trios elétricos e um palco montado. O diretor teatral e presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro e a secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, serão condecorados como os padrinhos da festa.

Dentre as atividades previstas na programação oficial da Parada está o show de transformistas, que homenageará o grupo de dança Dzi Croquettes e a banda As Frenéticas. Também haverá uma premiação de honra ao mérito da diversidade cultural LGBT.


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As ministras Carmén Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Rosa Weber, do Supremo Tribunal Eleitoral (STE) também serão lembradas com a entrega de um prêmio às duas pela aprovação da retificação de nome e gênero para pessoas transgêneros no título de eleitor.

As Universidades Federal da Bahia (Ufba) e a Universidade Federal do Sudoeste Baiano (USFB) indicadas por criarem cotas pós-graduação para homens e mulheres transexuais e travestis. O Esporte Clube Bahia também será premiado pela campanha de combate à homofobia intitulada “Não há impedimento”.

1 COMENTÁRIO

  1. Muitos me perguntam porque não vou a Parada,porque não me sinto aceita pelo público LGBT. Infelizmente o público é tão preconceituoso quanto qualquer outro.Acho mesmo que antes de sairmos às ruas pedindo isso ou aquilo,precisamos fazer um trabalho interior,de buscar mudar o olhar que tem para o outro.
    Falo isso porque sou lésbica,tenho cicatrizes de queimaduras e sinto na pele como muitas lésbicas também são preconceituosas.Por essas e outras que acho hipocrisia ir às ruas em busca de igualdade,respeito,quando dentro do próprio movimento as pessoas não se aceitam.É preconceito de lésbicas femininas com masculinas,de transsexuais com outros também trans pelo estilo,se vai adotar nome masculino e/ou feminino,se vai ou não fazer mastectomia etc…
    Eu realmente não entendo,como pessoas que sofrem preconceito também são preconceituosas com outras diferenças.

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