Público define a Parada LGBT de São Paulo como “a festa mais democrática do mundo”


Mesmo com a greve dos caminhoneiros afetando o fluxo turístico em São Paulo, mais uma vez a Parada LGBT contou com o apoio de um expressivo público. De acordo com estimativas da Associação da Parada do Orgulho LGBT (APOGLBT), o evento deste ano contou com três milhões de pessoas: o mesmo público registrado em 2017.

E apesar do prefeito da cidade, Bruno Covas, ter sido vaiado ao subir no caminhão de abertura da Parada, a política ganhou mais uma vez bastante espaço na manifestação LGBT.

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Se a pauta dos anos anteriores era a aprovação da Lei de Identidade de Gênero (em 2016) e o Estado Laico (2017), neste ano os manifestantes pediam por mais Poder Para LGBT, tema central do evento. Em um ano em que Bolsonaro segundo as pesquisas eleitorais ameaça ser o Trump tupiniquim trazendo a pauta conservadora no congresso, faz mais do que sentido que o evento continue a conclamar seus frequentadores para que votem com responsabilidade nas urnas.

Que o diga Cláudia Menezes. Entre os entrevistados pelo Observatório G na Parada LGBT deste ano estava Cláudia, mãe de família que fez questão de ir ao evento junto do marido e do filho para celebrar “a festa mais democrática do mundo” como ela mesmo disse. Na entrevista Cláudia também destacou que votar em LGBTs “é o caminho das próximas eleições pois as minorias têm que tomar o poder e tem que servir de exemplo para agregar mais valor às suas causas”.

Público da Parada LGBT 2018 em São Paulo responde: “Há espaço para LGBTs no poder?”

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