Parada LGBT
Parada LGBT (FOTO: Reprodução/Internet)

Manifestações a favor dos direitos da diversidade tomaram as ruas de várias cidades da Europa durante o sábado (09) com os desfiles do Orgulho LGBT, marcados pelo hasteamento das bandeiras multicoloridas do arco-íris, símbolo da comunidade e também de palavras de ordem que reivindicam o fim da discriminação. As informações são da agência AFP.

Os eventos pacíficos aconteceram nas capitais da Itália, Grécia, Letônia, Croácia, Bulgária, Romênia e Polônia. Em Bucareste, cerca de 3.000 pessoas celebraram a sentença emitida no início desta semana pelo mais alto tribunal da União Europeia (UE), que concedeu o direito ao romeno Relu Coman a ter seu esposo americano, Robert “Clai” Hamilton, morando com ele em seu país natal, mesmo sem reconhecer a união homoafetiva.

Em Varsóvia ocorreu o “Desfile da Igualdade” no qual cerca de 45 mil pessoas, segundo a organização, e 23 mil de acordo com dados divulgados pela prefeitura, participaram em protesto contra a discriminação e exclusão de minorias sociais, reivindicando não só os direitos dos LGBTs, como também as minorias étnicas e das pessoas com deficiência.


Na capital do Egito, Atenas foi a vez da realização de mais uma Parada do Orgulho LGBT, que em sua 14ª edição foi precedido por mensagens de rejeição por parte das instituições e especialmente criticados pelos grupos de extrema-direita e contou este ano com a presença do Partido liberal conservador Nova Democracia. A fachada da sede do parlamento ainda se vestiu com as cores do arco-íris em uma iniciativa do governo federal.

LEIA MAIS:

Netflix lança episódio final da série Sense8

“Eu era tão infeliz”, revela Thammy Miranda sobre período antes da transição de gênero

Vale ressaltar que desde que a esquerda assumiu o governo na Grécia, estendeu as uniões civis a casais do mesmo sexo, além de autorizar cirurgias de redesignação sexual para pessoas trans a partir dos 15 anos de idade e legislou para que casais gays e lésbicos pudessem adotar crianças.

Já em Roma, os protestos foram marcados contra a fala do ministro da Família na Itália, Lorenzo Fontana, do partido de extrema-direita, que há poucos dias provocou uma polêmica ao afirmar que as famílias homossexuais não existem legalmente.

DEIXE UMA RESPOSTA