Na Parada Gay jovem planeja assassinato de LGBTs com facão
Na Inglaterra, um jovem foi preso após ameaçar matar LGBTs com um facão (Imagem Reprodução: Gay Star News)

No condado de Cúmbria na Inglaterra, a polícia prendeu um adolescente que planejava assassinar membros da comunidade LGBT num evento da Parada. O jovem arquitetava ir durante a manifestação gay a um pub britânico chamado New Empire munido de um facão para colocar o plano em prática.

O adolescente de 19 anos, que não teve seu nome revelado, chegou a postar uma foto do instrumento de corte que ele comprou por cerca de 20 euros. No Facebook o jovem chegou a postar ameaças dirigidas a um grupo LGBT da organização do evento na cidade de Barrow. O jovem postou: “Eu vou caminhar com uma merda de um facão e vou matar um a um destes gays desgraçados”.   

“Pra mim deu” ele escreveu. “Não quero viver num mundo gay e tenho certeza que não quero que meus filhos vivam em um. O que aconteceu com nossos valores tradicionais? Eles faliram. Eu não ligo se morrer, eu vou lutar pelo o que acredito e isto é pelo futuro do meu país, do meu povo e da minha raça”. 


A polícia chegou a ser alertada das ameaças virtuais e o superintendente da polícia Mark Pannone foi o responsável pela prisão do jovem. “A prioridade da polícia de Cúmbria é sempre manter as pessoas seguras. Agora não há nenhuma ameaça a alguém ou a algum grupo específico na região do sul da Cúmbria”. 

O proprietário do pub comentou que chegou a discutir se eles deveriam fechar o estabelecimento, mas que por fim decidiu que “ele não deixaria que isso os intimidasse”.

“Nós perguntamos a nossos clientes se eles gostariam de ir embora mas todos eles disseram que não. Nós nos sentimos seguros com a polícia patrulhando lá fora. Nós tivemos um monte de ligações telefônicas e mensagens de apoio mas, obviamente algumas pessoas preferiram não vir. Nós estamos orgulhosos em dar apoio a comunidade LGBT e nós não permitiremos que ninguém tente nos dissuadir disto”. O estabelecimento agradeceu a todos pelas mensagens de apoio e acrescentou que “eles não seriam intimidados por ameaças terroristas. 

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