Um em cada cinco russos quer “eliminar” a comunidade LGBTQ, aponta estudo

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Um novo estudo, conduzido pelo instituto independente Levada Center, sobre como os russos veem pessoas que se desviam “de normas socialmente aceitas”, descobriu que quase um em cada cinco russos gostaria de “eliminar” a comunidade LGBTQ.

A pesquisa
foi realizada de 20 a 26 de fevereiro no início deste ano, solicitando 1.614
russos com mais de 18 anos de idade, tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais.
Apesar do número preocupante, ele representa uma queda desde a última pesquisa
realizada em 2015.

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Naquela
época, 21% dos russos eram a favor da eliminação. Da mesma forma, a quantidade
de russos que consideraram que a comunidade LGBTQ deveria ser “isolada da
sociedade” caiu de 37% para 32%.

Houve também
um aumento na quantidade de russos que consideraram que a comunidade LGBTQ
deveria ser deixada em paz, aumentando de 24% para 32% e um aumento de pessoas
que acreditavam que LGBTs deveriam ser assistidas, de 6% para 9%.

Em declarações ao jornal Kommersant, a socióloga da Levada, Karina Pipiya, disse: “A estigmatização de pessoas socialmente vulneráveis ​​diminuiu nos últimos 30 anos, e as normas que exigem ajuda e não se isolam delas se expandiram”.

Uma pesquisa no ano passado também descobriu que as atitudes em relação à comunidade LGBTQ na Rússia estavam melhorando, com outra pesquisa da Levada constatando que o apoio aumentou para 47%.

Outros resultados

A pesquisa
ainda apresentou algumas estatísticas preocupantes, constatando que a maioria
dos russos (56%) ainda tem opiniões negativas sobre a comunidade LGBTQ e 31%
parariam de conversar com um amigo se fossem LGBTQ.

E apesar da
homofobia ser generalizada na Rússia, quase metade dos entrevistados (45%) não
conhecia esses casos. Um quinto dos entrevistados (20%) acreditava apenas que
havia alguns casos. E quase metade dos entrevistados (46%) acreditava que a
sexualidade poderia “mudar sob a influência de circunstâncias
externas”.

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