Logotipo-TikTok- Foto:divulgação
Logotipo-TikTok- Foto:divulgação

Conhecida por trazer entretenimento de uma forma dinâmica e ganhando cada vez mais popularidade, a plataforma TikTok se envolveu em algumas polêmicas com grupos minoritários. O entrave se deu em decorrência de alguns conteúdos que foram limitados.

Conhecido como shadowban e encarado como censura, a medida visa restringir, de modo sutil, alguns conteúdos, mas sem avisar ao seu dono. Desse modo, nesta terça-feira (8), pelo Instituto Australiano de Política Estratégica (ASPI), foi constatado que, de fato, há essa restrição e alguns tópicos não são direcionados para usuários. Segundo a plataforma chinesa, é por conta da legislação de alguns países, sobretudo os que demonstram aversão à diversidade.

A mídia se posicionou sobre a polêmica:

“Como parte de nossa abordagem localizada para moderação, alguns termos fornecidos pela ASPI foram parcialmente restringidos em razão de leis locais. Outros termos foram restringidos principalmente porque foram usados para procurar conteúdo pornográfico, enquanto as frases em tailandês fornecidas pela ASPI são prontamente encontradas quando pesquisadas, ou não parecem ser hashtags que algum usuário do TikTok tenha adicionado às suas postagens“.


“Também identificamos e corrigimos um problema em que algumas frases compostas em árabe estavam sendo moderadas incorretamente porque parte da frase poderia estar relacionada a pornografia. Isoladamente, algumas frases em inglês foram moderadas incorretamente e corrigimos o erro. Atualmente estamos conduzindo uma revisão dos termos que foram moderados por engano e procurando maneiras de melhorar nossos processos para evitar problemas semelhantes no futuro. Além disso, queremos deixar claro que o TikTok apoia fortemente nossos criadores LGBTQ em todo o mundo e tem orgulho de que o conteúdo LGBTQ esteja entre a categoria mais popular na plataforma, com bilhões de visualizações“.