Rede de academias SmartFit (Reprodução)
Rede de academias SmartFit (Reprodução)

Clientes e grupos de ativistas LGBTs iniciaram nesta quinta-feira (28), protestos contra a rede de academias SmartFit. O caso surge logo após o dono da empresa ser alvo de uma operação da Polícia Federal.

Edgar Gomes está sendo investigado pela Polícia Federal por financiar impulsionamento de fake news pró-bolsonaro e ataques contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O CEO financia fake news??? Deixando de seguir…perdeu uma cliente”, “Envolvidos com discurso de ódio e fakenews. Bom saber. Nunca mais serei cliente desta rede”, foram alguns dos comentários publicados nas redes sociais.


O principal posicionamento tem vindo da comunidade LGBTQ+, uma dos principais clientes da rede de academias. Nesta sexta-feira (29), o Movimento Unificado pela Diversidade, instituição que luta pelos direitos LGBTs, iniciou uma “cancelaço” contra a SmartFit.

“Edgar Corona usa o lucro que obtém dos seus muitos clientes, inclusive boa parte de LGBTs, para financiar ações fascistas no Brasil. Com o que ganha da diversidade de consumidores da Smart Fit paga por campanhas de ódio contra minorias, a favor do desmonte de políticas públicas e contra o isolamento social”, disse a Mudi.