clínicas de reabilitação para alcoólatras e dependentes químicos
Clínicas de reabilitação para alcoólatras e dependentes químicos (Reprodução)

No Brasil, as clínicas de reabilitação para alcoólatras e dependentes químicos
existentes atuam na desintoxicação do viciado, utilizando métodos que levam
a cada paciente a um processo de cura e com alguns tipos de direcionamento a
uma nova fase em sua vida.

O que fazer para convencer um dependente químico a se internar?

Para você saber o que fazer para convencer um dependente químico ou até mesmo um
alcoólatra a se internar você pode utilizar alguns dos artifícios abaixo, mas o
primeiro passo que vem deles é o primordial.

Se você sabe ou apenas esteja desconfiado que alguém de sua família use drogas,
primeiramente precisa entender se essa pessoa já chegou ao nível de dependência
química.
Nem todos que usam drogas são dependentes químicos, assim como nem
todos que consomem bebidas alcoólicas são alcoólatras, dependentes do álcool.


Dependência química é uma doença, por mais que nem todos tenham essa visão.
Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que uma pessoa está
abusando do uso de drogas.
As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de
dependência química.
Mesmo que você pense que sabe o motivo pelo qual fez a pessoa começar a usar
drogas, viciar-se nelas e consequentemente tornar-se dependente, procure entender
o porquê de a pessoa ter chegado àquela situação.

No caso dos jovens, é comum começarem a usar drogas por incentivo dos colegas,
mas pode haver algo a mais por detrás disso, como, por exemplo, um problema
familiar, por sentir-se não amado por seus pais ou algo similar.

É importante dizer que dialogar com o dependente químico nem sempre é fácil,
portanto, escolha um momento em que ele ou ela estejam “sóbrios”, tranquilos e
dispostos a conversar. Jamais imponha nada, não seja autoritário.

Se o momento não for o melhor para conversar, então deixe para outra ocasião. Mas
não desista, seja paciente. Se você demonstrar real preocupação pela pessoa,
em algum momento ela irá ceder.

O que fazer para convencer um dependente químico a se internar?

O primeiro passo nessas situações é sempre o mesmo: converse de forma honesta
e aberta. Se você quer convencer um dependente químico a procurar tratamento,
precisa mostrar que ele pode se abrir com você e que vai encontrar um porto seguro
em você.

Por ser um diálogo que pode ser desconfortável para o dependente, é muito
importante que ele seja feito fora de locais públicos ou movimentados. O ideal é que
seja num ambiente onde o dependente se sinta confortável e seguro.
Fale sobre o que está acontecendo, mencione que está preocupado e que é
importante procurar ajuda. Cite as situações e os problemas que a substância tem
causado e esteja aberto a escutar.

Muitas famílias possuem dúvidas a respeito de como internar um dependente
químico, afinal, quando o mesmo não reconhece o problema que tem, torna-se
muito difícil conseguir que ele busque tratamento por conta própria.

Quando um dependente químico demonstra resistência para ser tratado, isso
costuma causar muitos atritos entre ele e seus familiares, o que traz um desgaste
maior ainda a todos.
Para internar um dependente químico não existe apenas a internação voluntária,
que é aquela quando o próprio dependente sabe que possui um problema e deseja
tratá-lo.

Com a internação involuntária, torna-se possível internar esse dependente químico
mesmo contra a vontade ou consentimento dele, o que permite que muitas famílias
possam ajudar seus familiares com essa doença.
Visando mostrar um pouco mais a respeito de como fazer para internar um
dependente químico, esse artigo tem o intuito de trazer tudo sobre esse importante
tema.

Tipos de internação de um dependente químico

A primeira coisa que precisa ser vista aqui nesse texto é a respeito dos tipos de
internação de um dependente químico, que vai desde aquela com o consentimento
do mesmo até a que é feita por meio de uma ordem judicial.
Conheça um pouco mais a respeito de cada uma delas a seguir!

Internação voluntária de dependentes químicos

A primeira forma de internação de dependentes químicos é a voluntária, que nada
mais é do que aquela em que o próprio indivíduo, percebendo o problema que
possui, busca por auxílio para solucioná-lo.

A internação voluntária é, portanto, feita por meio do próprio consentimento do
dependente químico, mas a família também deve auxiliar, até mesmo para que ele
não desista do seu propósito.

Após ser avaliado e admitido em uma clínica de reabilitação, depois de passar pelo
aval do médico responsável, o dependente químico deve assinar um termo em que
deixa claro que está sendo internado com o próprio consentimento.

No caso da alta desse paciente, que se internou voluntariamente, ele também deve
assinar um termo deixando claro que está requisitando sua saída da clínica por
vontade própria.

A alta do paciente, nesses casos, também pode ser dada pelo próprio médico da
clínica, ao perceber que o mesmo está plenamente reabilitado.

Internação involuntária de dependentes

A principal forma de você conseguir internar um dependente químico é através da
internação involuntária em uma clínica de reabilitação.
Esse tipo de internação independe da vontade ou do consentimento do dependente
químico, podendo ser requisitada por um familiar ou ainda por um responsável legal.
Para que a internação seja aceita, entretanto, é preciso primeiro que o dependente
passe por uma avaliação médica, em que irá ser emitido um laudo atestando a
necessidade de internação.

A internação involuntária é uma última opção de tratamento, quando o dependente
químico não demonstrou melhora em nenhuma outra opção e não deseja buscar
auxílio por conta própria, não entendendo que possui uma doença.
Assim, esse tipo de internação visa garantir o bem-estar do próprio dependente,
além também de reduzir os riscos para as pessoas próximas a ele.
Sempre é importante ressaltar que a clínica onde o dependente químico será
instalado precisa avisar, em até 72 horas, ao Ministério Público Estadual sobre a
internação.
Esse aviso pode ser dado via comunicado e também pelo envio do laudo médico
que ateste a necessidade da internação.
No caso da alta do paciente, ela pode ser requisitada por um familiar ou
responsável, ou ainda pelo médico da instituição em que o dependente está
internado.
Entretanto, jamais o próprio dependente químico pode solicitar sua alta quando é
internado de forma involuntária.

Por último, também é importante deixar claro que a internação involuntária, no
momento da alta do paciente, também exige a comunicação ao MPE pela clínica
responsável.

Internação compulsória do dependente

A última forma de internação de um dependente químico é por meio da internação
compulsória,
que é aquela realizada por meio de uma ordem judicial.
Esse tipo de internação independe da vontade não só do próprio dependente, mas
também de sua própria família.
De uma forma geral, essa ordem é realizada por um juiz quando um dependente
químico é flagrado cometendo algum ato ilegal sob uso de alguma substância
química.

Para que o juiz possa tomar a decisão final que leva o indivíduo à internação
compulsória em uma clínica de reabilitação, entretanto, é necessário a existência de
um laudo médico.

Esse laudo médico irá determinar se o dependente químico realmente necessita da
internação como tratamento e, após a emissão do mesmo, o juiz profere sua ordem
judicial embasada.

No caso da alta de um paciente internado de modo compulsório, apenas o médico,
por meio de um laudo atestando a possibilidade de o dependente estar reabilitado,
poderá ter poder para requerê-la.

Dicas de como internar um dependente químico e alcoólatra

Agora que você viu algumas importantes informações a respeito das principais
formas de se internar um dependente químico, é hora de ver algumas dicas que
podem auxiliar nesse processo.

O que acontece nas clínicas de reabilitação para dependentes químicos?

Em uma clínica de recuperação, o dependente químico poderá passar por algumas
fases. São elas:

  1. Psicoterapia: nessa primeira fase, um terapeuta irá conversar e avaliar a
    saúde física e mental do dependente químico, para que possa elaborar um
    plano que seja eficaz para ele, pois não existe um plano padrão que funcione
    com todos os dependentes químicos. Nessa fase, é necessário conversar
    com familiares, conhecer o histórico do paciente, etc.
  2. Medicação: nem todos os dependentes passam por essa fase. Se o terapeuta
    analisar o paciente e chegar à conclusão de que serão necessários
    medicamentos, então a clínica de recuperação organizará os horários de
    ingestão dos mesmos, mas o paciente deve ter em mente que a medicação
    não é parte do tratamento, mas sim uma ajuda para passar pelo início do
    processo.

Faça uma intervenção com o dependente

Antes que você venha tomar a decisão de requisitar a internação involuntária do
dependente químico, é importante realizar uma intervenção com ele, na forma de
uma reunião com pessoas próximas.
Aliás, a escolha das pessoas corretas e da melhor abordagem a ser usada pode
fazer toda a diferença para convencer o indivíduo de que ele precisa de tratamento.

É preciso, dentro dessa reunião, mostrar algumas das principais consequências do
não tratamento de um dependente químico, demonstrando todos os prejuízos que
esse tipo de vício pode ocasionar na vida dele.

Essa demonstração, claro, deve basear-se sempre em fatos e jamais soar
como uma forma de intimidação ou de ameaça para o dependente químico.
Para convencer o dependente a procurar uma clínica de recuperação, você
pode utilizar alguns dos artifícios abaixo, mas o primeiro deles é primordial:

● Seja paciente: você não conseguirá nada com agressividade e
impaciência. Nesse momento difícil, é necessário demonstrar força,
compaixão e ser paciente para convencer o dependente ao tratamento, caso
contrário o processo será dificultoso;
● Explique e demonstre os danos: dificilmente um dependente químico não
terá problemas financeiros, pessoais e/ou ocupacionais. Como já não têm
um discernimento dos danos que causam, precisam que alguém lhes lembre
constantemente sobre a mulher que afastou, o filho que não pode ver, as
dívidas que contraiu, etc.;
● Mostre tudo o que ele ganha ao se livrar da dependência química: só falar
sobre os danos pode deixar o dependente irritado e agressivo. Mostre que ele
pode conquistar novamente tudo o que perdeu assim que se livrar da
dependência química, seja alguém que ama, dinheiro, saúde ou qualquer
outra coisa que seja do interesse dele.

Quais os tipos de clínicas de reabilitação para alcoólatras e dependentes químicos
existentes no Brasil?

1- Clínica de Recuperação de Baixo Custo
2- Clínica de Recuperação de Alto Padrão
3- Clínica de Recuperação através de Convênio Médico
4- Clínica de Recuperação Evangélica
5- Clínica de Recuperação Involuntária
6- Clínica de Recuperação Voluntária
7- Clínica de Recuperação Compulsória
8- Clínica de Recuperação de Idosos
9- Clínica de Recuperação de Menores
10-Clínica de Recuperação para Esquizofrenia
Para saber a modalidade de cada clínica acesse:
www.grupoderecuperacao.com.br

O que é um tratamento para alcoólatras?

O tratamento para alcoólatras é realizado para ajudar o adicto a se livrar dos vícios
por álcool, além do mais, este tratamento tende a ser elaborado por
uma equipe multidisciplinar, e ela deve tratar cada pessoa de acordo com suas
individualidades.
Desta forma, a equipe em questão acabará atendendo o paciente e então formará
diretamente através do princípio da internação um programa de recuperação do
alcoólatra.
Lembrando que esse programa de recuperação deve ser acompanhado pelos
especialistas, sendo que os mesmos trabalharão sempre de acordo com as maiores
necessidades do paciente alcoólatra.
Ademais, é de suma importância que os familiares e pacientes entendam e
adquiram conhecimento acerca de sua doença, e ainda acerca de seus gatilhos no
decorrer do tempo.
É bem comum que esse tratamento seja feito juntamente com a internação do
dependente, justamente porque ela é capaz de proporcionar um benefício essencial
para os dependentes do álcool principalmente no que diz respeito à desintoxicação
física.
Precisamos entender ainda, que os primeiros quinze dias geralmente acabam sendo
os mais complicados dentro de uma internação, e isso acontece porque nessa fase
o paciente está sentindo muita falta de usar a substância.

Além do mais, é bem nesse momento que ele percebe que consegue controlar
melhor sua mente, pois entende que não é hora de usar drogas.
Com o passar dos dias, essa fissura diminui e então acaba contribuindo e muito
para que o tratamento para alcoólatras ajude o adicto a começar um processo de
desintoxicação emocional do álcool.

Como identificar se meu familiar é alcoólatra?

Antes de os familiares entenderem que existe a necessidade de um tratamento para
alcoólatras para seu ente querido, a família precisa compreender que a
negação é a uma característica completamente popular entre os alcoólatras.
Sendo assim, identificar que a pessoa é dependente do consumo de álcool pode ser
mais complicado do que parece inicialmente.
O primeiro passo é entender exatamente a frequência que a pessoa costuma
consumir tal substância, e em que proporção isso acaba afetando-a. Ainda, a
dependência começa realmente a ser um problema de fácil identificação a partir de
indicadores como:

● Quando a pessoa bebe demais por ter sentimentos de frustração,
nervosismo, ansiedade, alegria, felicidade e até mesmo por desapontamento;
● Quando a pessoa não é capaz de recordar exatamente o que aconteceu
depois de ingerir bebidas alcoólicas;
● A pessoa tem dificuldade em ficar dias sem beber;
● Sentir sintomas de abstinência física tal como: tremedeiras;
● A pessoa tende a evitar locais que não possa consumir álcool;
● Há um afastamento gradativo de amigos e familiares;
● Há uma mudança drástica de seu ciclo de amigos ou o inverso: isolamento
total.

Obviamente, esse não é um padrão que ocorre com todos os alcoólatras, entretanto,
podemos salientar que algum desses sintomas a pessoa apresenta, e são apenas
alguns comportamentos facilmente identificáveis.

O psiquiatra é importante, em primeiro lugar, para auxiliar no período de
desintoxicação do paciente, verificando como se dá o processo de abstinência da droga para aquele indivíduo, receitando na maioria dos casos uma medicação que
ajude o paciente a enfrentar a abstinência da melhor forma possível.

Além disso, o psiquiatra pode ajudar com os efeitos colaterais que são decorrentes
não só da abstinência, mas dos próprios efeitos do consumo de álcool para o
organismo.

Porque muitas pessoas que enfrentam o vício passam por diversos conflitos
internos, que são agravados por problemas de produção hormonal e outras
questões que interferem no ânimo, sensação de felicidade, sono e diversos fatores
que contribuem de forma considerável na recuperação do paciente.

Esses são apenas dois exemplos de como a psiquiatria pode ajudar no tratamento
do alcoolismo.

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Leia mais em nosso Guia de Clínicas de Recuperação artigos que te ajudarão a fazer
um tratamento adequado.

Se você está precisando saber os procedimentos para ajudar um dependente seja
químico ou alcoólatra, você pode contatar o Portal de Recuperação e saber como
fazer a internação do mesmo em uma das nossas dezenas de clínicas de
reabilitação.

Fale via WhatsApp: (11)97023-3830