Pride Month 2021: assista 5 séries e filmes sobre Orgulho LGBT+ na Netflix

O mês de junho se torna um convite a relembrar a história da causa LGBT

Publicado em 11/6/2021
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Embora a luta seja constante, o mês de Junho recebeu a tradição de celebrar e marcar as vidas LGBT+: conhecido como Pride Month, o mês se torna um convite a relembrar a história da causa LGBT, conhecer obras e autores novos, e celebrar o universo cultural que toma cada vez mais força.

A verdade é que, infelizmente, a indústria do entretenimento levou muito tempo para retratar personagens LGBT+ em suas séries e filmes, e mesmo quando encontrávamos essas personalidades, frequentemente se tratavam apenas de estereótipos simplórios. Essa tendência tem sido transformada, e por sorte, já conseguimos encontrar conteúdo
que retrata verdadeiramente temáticas LGBT e seus desafios. E tem de tudo: de comédias românticas até documentários importantes. Por isso, nossa equipe destacou os 5 melhores filmes e séries da Netflix para assistir durante o mês de Junho.

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Um detalhe importante: o catálogo da Netflix, embora vasto, depende das licenças compradas pela plataforma para exibição em cada país. Por isso, brasileiros devem aprender o que é VPN e usar um aplicativo com servidores dos Estados Unidos para assistir a alguns filmes e séries na plataforma. Não é necessário criar outra conta no serviço, basta escolher o servidor do país desejado e acessar o app como de costume.

Os melhores filmes LGBT+ na Netflix:

Para começar nossa lista, nada melhor do que selecionar os melhores filmes disponíveis na plataforma para curtir no sofá com uma pipoca:

I Am Divine (2013)

Sinopse: “Harris Glenn era um jovem menino que gostava de musicais e de se vestir com roupas da sua mãe. Em 1963, ele apareceu pela primeira vez em público vestido de Elizabeth Taylor, uma de suas atrizes preferidas. Após conhecer um grupo de gays hipsters sua personalidade mudou. Porém, o que iria realmente mudar o rumo da sua vida era o encontro com John Waters. Os dois juntos desenvolveram um novo tipo de personagem que fugia dos estereótipos buscados pelas drag queens. Eles criaram a Divine.”

Documentário essencial para quem quer explorar a história da cultura drag, o filme retrata a quebra dos conceitos definidos de beleza, gênero, sexualidade e moda da cultura americana de 1960.

O Segredo de Brokeback Mountain (2006)

Sinopse: “Jack Twist e Ennie Del Mar são dois jovens que se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre em Brokeback Mountain. Jack deseja ser cowboy e está trabalhando no local pelo 2º ano seguido, enquanto que Ennie pretende se casar com Alma tão logo o verão acabe. Vivendo isolados por semanas, eles se tornam cada vez mais amigos e iniciam um relacionamento amoroso. Ao término do verão cada um segue sua vida, mas o período vivido naquele verão irá marcar suas vidas para sempre.”

Dirigido por Ang Lee e bastante comentado durante seu lançamento, O Segredo de Brokeback Mountain é conhecido por ser um dos principais filmes com destaque e sucesso comercial a retratar um relacionamento homossexual, e ainda por cima, fazê-lo dentro do universo do faroeste, conhecido pelo machismo escancarado e filmes de ação estereotipados com um arquétipo heterossexual típico. Em 2021, o filme ainda se mantém como uma opção de extrema qualidade que vale a pena assistir.

The Half of It (2020)

Sinopse: “Em Você Nem Imagina, Ellie Chu é a típica aluna deslocada que possui o hábito de fazer a lição de casa de seus colegas por dinheiro para contribuir com as contas em casa. Secretamente, ela possui uma paixão pela bela Aster Flores. Quando Paul, um jogador de futebol, se aproxima de Ellie para pedir ajuda para escrever uma carta de amor para sua amada, ela entra em conflito.”

A trama retrata o amor: a paixão, as dúvidas, as descobertas de si próprio e os conflitos e presentes que o amor traz para nossa vida. O filme é gentil, e ganha sua posição nessa lista por retratar a bissexualidade de forma natural, algo difícil de encontrar até mesmo dentro de algumas comunidades ditas “mais abertas”. Filmes da categoria “coming of age” retratam a juventude, o amadurecimento e aquelas experiências que de uma forma ou de outra todos vivemos algum dia. Por isso, é ideal para assistir em um dia aconchegante e confortável.

As melhores séries LGBT+ da Netflix em 2021:

Para finalizar, uma boa série para maratonar e ocupar nosso tempo durante a quarentena é uma boa pedida. Confira nossa seleção:

Queer Eye

Sinopse: “O reality show acompanha os chamados Fab Five, ou Cinco Fabulosos: o chef de cozinha Antoni Porowski; o designer de moda Tan France; o cabeleireiro e grooming expert Jonathan Van Ness; o decorador Bobby Berk; e o especialista em cultura Karamo Brown. Em cada episódio, o grupo usa seus conhecimentos para ajudar diferentes pessoas a lidar com as próprias inseguranças e, assim, recuperar a autoestima. Além das dicas de estilo e comportamento, a série mostra de perto as transformações vividas pelos participantes.”

Reboot da série original de mesmo nome que na época pavimentou o caminho para maior representatividade LGBT+ na televisão, e hoje retorna à Netflix com o objetivo de trabalhar os temas de imagem própria, beleza, liberdade com o corpo e moda, hábitos saudáveis, reconstrução da identidade e claro, aceitação LGBT+. É essencial e vale a pena maratonar. E a série é, de fato, para todos: homens hétero deveriam assistir.

RuPaul’s Drag Race

Sinopse: “RuPaul’s Drag Race é o reality, idealizado e apresentado pela famosa drag RuPaul, que procura as queens que tenham carisma, coragem e talento para suceder ao título America’s Next Drag Superstar”

Vencedora de inúmeros prêmios, icônica e já conhecida no Brasil, a RuPaul’s Drag Race é uma competição de torcer, vibrar, chorar e celebrar, tudo isso explorando a liberdade sexual, a beleza, a moda e a representatividade.

E aí, gostou da nossa lista? A verdade é que consumir mídia LGBT+ é uma das formas de luta cotidiana que pode aumentar a representatividade na TV e cinema, além de abrir os horizontes de inúmeras pessoas. Confira também: Gil fala sobre a importância da parada LGBT.

Texto – Fabio Carlos 

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