Podemos ter esperança na derrota do Bolsonaro no possível confronto com Lula ano que vem?

O petista está cada vez mais sendo cogitado como candidato nas eleições presidenciais no próximo ano

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou na noite de ontem (01) com o jornalista e colunista do UOL Reinaldo Azevedo, grande crítico e criador do termo jocoso “Petralha”, muito aplicado durante as manifestações e o processo de impeachment de Dilma Rousseff nos anos de 2015 e 2016. A entrevista rendeu opiniões fortes sobre o atual presidente Bolsonaro, sobre quais seriam os próximos passos de Lula, e claro, memes nas redes sociais.

Lula questionou ações e posicionamentos do atual presidente, considerado genocida por muitos, devido sua falta de responsabilidade e respeito com a população nas tratativas durante a pandemia do coronavírus. O petista chegou a questionar o Bolsonaro (sem partido) diretamente, que disse:

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“Bolsonaro, quando é que você vai parar de brincar e governar o país?”, questiona o ex-presidente. “Eu queria expressar a minha solidariedade aos 12 milhões de casos no Brasil e os 320 mil mortos. Somente ontem [quarta], morreram quase 4 mil pessoas. Queria expressar minha solidariedade às famílias dos mortos e ao pessoal da saúde. Nós estamos vivendo um genocídio praticado pela irresponsabilidade de um único homem.”, comentou Lula.

O representante do PT já vislumbra a vitória presidencial nas eleições de 2022, com o possível confronto com um dos maiores declarantes de falas homofóbicas do governo. O petista com o intuito de promover a união de alianças fortes, declarou:

“O PT é um partido grande. Vamos construir alianças com setores de esquerda. Se for preciso alianças com o centro, vamos tentar”, comunicou o líder do partido dos trabalhadores,assim, alimentando uma esperança da derrota nas urnas do Bolsonarismo. 

O lado cômico da entrevista ficou para as redes sociais. Muitas pessoas compararam que a entrevista com o ex-presidente teve uma audiência disparada maior que as tradicionais lives do Bolsonaro nas quintas-feiras. Os olhares de admiração e respeito do crítico, Reinado Azevedo, ao petista. E o fato de o presidente Bolsonaro não ter tido nenhum compromisso marcado em sua agenda oficial na quinta-feira (01).

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