Eduardo Leite explica voto em Bolsonaro e diz que não se assumiu gay por política

O político se posicionou veementemente contra o PT na época

Publicado em 4/7/2021
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Eduardo Leite (PSDB), que  se declarou homossexual durante a entrevista que concedeu ao programa Conversa com Bial, da Globo, continua sendo criticado por ter declarado voto em Bolsonaro em 2018. O político, no entanto, resolveu explicar as últimas polêmicas que rondaram o seu nome, em entrevista à Folha.

Eu entendi que era o momento de falar [sobre minha sexualidade], não teve qualquer cálculo do ponto de vista político-eleitoral. Aliás, nem sei quais serão os efeitos que isso terá do ponto de vista eleitoral. Talvez não sejam os efeitos positivos que muita gente possa esperar. Mas tenha efeito positivo ou negativo, é o que sou, do jeito que sou, apresentado como sou. Se a população entender que eu possa apresentar um caminho [para o país], tem que ser na minha integridade e integralidade, sem esconder qualquer coisa”, disse o governador, que é um dos presidenciáveis do PSDB.

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Não considero ter apoiado [Bolsonaro]. Apoiar um candidato significa, além de declarar o voto, buscar votos para um candidato. Isso é apoio, isso eu jamais fiz. Não fiz campanha casada, não misturei meu nome ao do candidato, não fiz material conjunto e nem procurei estimular que as pessoas votassem [em Bolsonaro]. Declarei qual seria meu voto em função do que se apresentava naquele segundo turno”, disse Leite.

“O erro foi ter levado aquelas duas alternativas ao segundo turno em primeiro lugar. E dentro do que se apresentava no segundo turno, também considero que foi um erro cometido o encaminhamento da eleição do presidente Bolsonaro”, disse.

As declarações de intolerância que o presidente tinha tido no passado me pareciam naquele momento [que] teriam, embora preocupantes, menos espaço para se apresentarem de forma prejudicial ao país. Na medida em que temos instituições fortes que garantiriam que a posição homofóbica dele não significasse política pública contrária a gays, lésbicas, bissexuais, transexuais o qualquer outro público homossexual. Então a gente tem que analisar esse erro, aprender com ele, para não cometer mais este erro”, afirmou.

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