Bandeira LGBT sangrando
Bandeira LGBT sangrando (FOTO: Divulgação)

Segundo a vereadora e presidente da Comissão de Direitos Humanos e da Frente Parlamentar em Defesa da População LGBT, Larissa Gaspar (PT), a Prefeitura de Fortaleza não estaria investindo em políticas públicas para a comunidade LGBTQI+. Em nota, Larissa denuncia que dos R$ 2,7 milhões destinados às políticas, “nenhum real” foi utilizado no último ano. E a mesma reclama também que o orçamento de 2020 teria caído para R$ 884 mil.

“Na prática, os serviços municipais estão sem estrutura, faltando pessoal e equipamentos. Já as pessoas trans, sofrem com preconceito e violência”, reforça a vereadora do Partido dos Trabalhadores.

Vale lembrar que o Ceará é o segundo estado mais violento para travestis e transexuais viverem no Brasil. 


Conforme noticiou o jornal O POVO ONLINE, a Secretaria dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS) garantiu, em nota, que tem realizado as ações previstas no Plano Municipal de Política LGBT e voltadas para a promoção da cultura, esporte, saúde, assistência social e profissionalização da comunidade. O Plano foi instaurado em 2012 pelo projeto de lei nº 0245, com vigência de dez anos.