Jean Wyllys e Carlos Bolsonaro (Reprodução/TvGlobo)
Jean Wyllys e Carlos Bolsonaro (Reprodução/TvGlobo)

Após os diversos ataques homofóbicos direcionados ao jornalista Glenn Greenwald, o ex-deputado federal Jean Wyllys, fez uma série de publicações no Twitter dando a entender que Carlos Bolsonaro seria um gay enrustido e que estaria patrocinando os ataques ao jornalista.

Em um dos posts Jean falou que a pessoa por trás dos ataques homofóbicos seria “burra”, porque estaria fazendo ataques seguidos direcionados a três gays assumidos e que estão destaques na política brasileira (Ele, o deputado federal David Miranda e Glenn).

“O fato de essa nova fake news envolver três gays assumidos, orgulhosos de sua orientação sexual e inteligentes – Glenn, David e eu – é a prova mesma de quem está por trás dela é alguém com profunda homofobia internalizada é burro”, escreveu.


E continuou: “O filho do presidente que é bicha presa no armário devido à vergonha de sua homossexualidade e, por isso mesmo, homofóbico, ressentido e mau tem verdadeira obsessão por mim. Aliás, o pai também”.

Jean ainda explica que o problema da suposta homossexualidade de Carlos Bolsonaro apenas é uma questão, porque a repressão dos seus desejos sexuais estaria sendo o motor para a prática dos “horrores perpetrados por ele” contra os homossexuais, tornando ele uma “bicha travada”.

“A homofobia em qualquer de suas expressões é um horror. E héteros homofóbicos são terríveis. Mas nenhum destes pode ser tão mau e abominável quanto um homossexual enrustido – porque impedido de viver seu desejo com orgulho – e invejoso do gozo de homossexuais assumidos!”.

Por fim Jean afirma que Carlos poderia ter uma vida melhor sendo uma “bicha que nem ele”, mas optou por propagar fake news: “O filho do presidente teve todas as chances e meios de enfrentar a homofobia do pai e ser uma bicha como eu sou – orgulhosa de mim, inteligente, ativista e honrada, disposta a lutar por justiça social – mas optou por ser essa vergonhosa fábrica de fake news homofóbicas”.

*Todos os tweets ainda continuam no perfil do ativista