Plano chinês para aumentar a ‘masculinidade’ de alunos gera debate: “Afeminados não defendem o país”

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Uma nova medida implementada no plano de educação da China causou controvérsia. Na grade escolar, o ministério da educação afirmou que intenta majorar o número de profissionais de educação física e, com isso, renovar as aulas de ginástica para intensificar e impulsionar a “masculinidade” dos alunos.

O intento é, também, cercear comportamentos tidos como femininos nos alunos e incentivar desde a tenra idade uma postura viril e de atividade.
“É difícil imaginar que meninos tão afeminados possam defender seu país quando uma invasão externa se aproxima”, disse um usuário do Weibo.

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“A medida vai na contramão à igualdade de gênero e a diversidade, visto que ser afeminado é negativo e perigoso, enquanto a masculinidade é útil para a nação chinesa”, disse Li à Reuters.

Li, 25, gerente de marketing de Pequim, disse que o plano pode levar a mais bullying, repressão e, consequentemente, doenças decorrentes da insegurança e sentimentos de inadequação.

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