Patricio Bisso, pioneiro na arte drag, morre aos 62 anos

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Um grande precursor na arte, em todas as suas formas, morreu no domingo (13), em Buenos Aires, sua cidade natal. Patrício Bisso teve um legado louvável em todas as suas manifestações artísticas e, desse modo, concedeu contribuições imensuráveis.

De acordo com o crítico musical Mauro Ferreira, “trinta anos antes de Pabllo Vittar, houve Patricio Bisso na cena multimídia do Brasil. Um artista que, décadas antes de artistas LGBT ganharem voz, já se apresentava travestido em algumas das múltiplas atividades que exercia na época”.

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Além do mais, foi um jornalista, ator, figurinista e cenógrafo de cinema e teatro argentino. Ou seja, uma personalidade significativa na cena brasileira, especialmente durante a década de 1980.

Apesar de estar longe dos holofotes, conseguiu eternizar sua figura justamente pelo seus trabalhos irreverentes, pioneiro e propulsor de muita coisa. Porém, um ataque cardíaco acabou ceifando sua vida. O artista deixa a mãe, um irmão, duas irmãs e vários sobrinhos.

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