Concurso Parada LGBT
Parada LGBT São Paulo (Foto: divulgação)

A Parada LGBT de São Paulo, que teve, este ano, sua versão online no último domingo (14), transmitida através do YouTube pela Dia Studio, recebeu muitas críticas por sua estrutura, apresentadores e total ausência de posicionamento político.

Em curta nota, a assessoria disse: “Por questões contratuais, tempo e produção, algumas pessoas LGBTs de São Paulo ficaram faltando, mas muito conteúdo importante sobre democracia, tema da Parada SP deste ano, além de muita alegria e diversão foi ecoada para milhões de pessoas neste domingo”.

Diversos LGBTs tradicionalmente associados à parada, na lita contra a homofobia e importantes nomes nas conquistas por direitos igualitários foram esquecidos, como bem lembrou a drag queen Kaká di Pólly, em um vídeo desabafo em sua conta do Instagram.


Muitos outros militantes reclamaram que os apresentadores não estavam engajados no ponto principal da parada que é político bem como esqueceram de homenagear grandes nomes da luta nos últimos anos. Os jovens youtubers resumiram sua participação em “bafo”, “gostei”, “apoio essa causa”, “que tudo” e deram um show de desinformação durante a transmissão.

Sem mais explicações ou até mesmo sem presença forte durante a transmissão, a ONG que organiza a Parada não deu nenhum esclarecimento sobre as doações através do PicPay durante a transmissão, bem como se, de fato, haverá uma parada presencial este ano ainda.