Extremistas protestam contra marcha do orgulho LGBT em Lublin, na Polônia. Ato chegou a ser vetado pela prefeitura, mas liberado por decisão judicial Foto: WOJTEK RADWANSKI / AFP
Extremistas protestam contra marcha do orgulho LGBT em Lublin, na Polônia. (Foto: WOJTEK RADWANSKI / AFP)

Após os ataques realizados contra gays, lésbicas, bissexuais e pessoas transgênero na Parada do Orgulho da cidade de Bialystok, na Polônia, o clima de ódio e perseguição aumentou notadamente no país.

Desta vez, um grupo de extremistas atacaram a Parada LGBT que acontecia na nação. Desse modo, segundo O Globo, o ato, na cidade de Lublin, contava com cerca de 400 pessoas, que levavam seus cartazes com frases como “a homofobia ameaça as famílias polonesas” e bandeiras arco-íris, sob forte proteção policial. 

Além do mais, no transcorrer da marcha, um grupo de ultranacionalistas tentaram bloquear o caminho. Para criar empecilhos, eles jogaram garrafas e pedras. Desse modo, eles ainda entraram em confronto com a polícia, que usou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar a confusão


Recentemente, na cidade de Bialystok, em um contexto homofóbico, adeptos da bandeira “contra ideologia LGBT”, foram às ruas para conter a celebração do Orgulho. Vale ressaltar que a marcha foi parada várias vezes. Grupos de torcedores de futebol de todo o país gritaram gritavam: “Não à sodomia em Bialystok”.