Silas Malafaia afirma não apoiar temas como
Silas Malafaia (Pozzebom/ Agência Brasil)

Silas Malafaia fez um longo desabafo em seu Instagram, segunda-feira (17), após o caso explosivo da menina de 10 anos, estuprada, e que foi submetida a um aborto pois, segundo os médicos, não tinha estrutura para dar à luz uma criança.

O pastor ainda aproveitou o ensejo para criticar o movimento feminista, destacando, inclusive, uma suposta “cultura da morte”. Em sua argumentação, Malafaia usa como respaldo a Constituição, que preceitua a vida como direito inviolável, mesmo a letra da lei legitimando expressamente o aborto em casos de estupro. Silas ainda se revolta com fato de o procedimento ocorrer após o 5º mês da gestação.

Existe uma coisa chamada hierarquia das leis. Qual é a lei mais importante? O direito à vida. É a mãe de todos os direitos (…) O caput do artigo 5º da Constituição diz que a vida é inviolável (…) O estupro é uma coisa horrorosa, mas mais horroroso do que o estupro, é matar uma vida” – ressaltou.


O que eu fico indignado é como a cultura da morte tem dinheiro. Os médicos no ES não quiseram fazer o aborto porque o pequeno bebê tem quase 6 meses. Pagaram avião e levaram a garota para Recife. Essas miseráveis dessas feministas. Como é que pode isso? Protetores de mulher. O pequeno bebê que foi abortado é uma menina. Indefesa. E esse miserável desse juiz que permite isso tinha que estar na cadeia. Um desgraçado desses. As leis desse país são para quê? Isso é uma vergonha. A vida sendo colocada como lixo. Esse miserável desse médico aborteiro e essa cambada de assassinos vão pagar um preço caro diante de Deus” – apontou.