LGBTFOBIA: Minc e Mônica Francisco questionam trechos em apostila de educação física

Os deputados estaduais querem apuração sobre a distribuição de uma apostila de educação física com trechos lgbtfóbicos

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Carlos Minc e Mônica Francisco presidente e vice-presidente, respectivamente, da Comissão de Combate às Discriminações da Alerj, trouxeram à tona uma apostila destinada para crianças com trechos lgbtfóbicos. Os políticos desejam a apuração efetiva do material. Ambos oficiaram a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ) acerca da distribuição do conteúdo discriminatório.

Um trecho afirma: “A homossexualidade também pode ser um fator de risco para um transtorno alimentar, devido à preocupação com estética” (Orientações Educacionais de Educação Física, 4º bimestre, 2º ano do Ensino Médio, Página 12). O fragmento foi retirado do aplicativo APPLIQUE-SE, após denúncia do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE-RJ), mas permanece na versão impressa da apostila.

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“Homofobia é crime! Racismo é crime! Isso no site da Educação! E mais: a publicação online, retirada, já foi entregue na versão impressa para os alunos que não possuem acesso à internet e a equipamentos digitais. Que tipo de juventude vocês querem formar? Tem que ver o ovo da serpente que produziu essas maldades, esses preconceitos odiosos”, disse o deputado Carlos Minc.

O recebimento de um material que expressa evidente LGBTIfobia representa uma violência extrema tanto para estudantes LGBTIs quanto para profissionais da educação LGBTIs. A população LGBTI tem sua saúde mental afetada pelas diversas violências e processos de expulsão sofridos no cotidiano. Por outro lado, é fundamental discutir pressão estética nas escolas a partir do machismo e do racismo que impõem um padrão branco e magro como sinônimos de beleza e saúde. É preciso considerar a diversidade dos corpos”, finalizou a deputada Mônica Francisco.

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