Latinidades Pretas LGBTQIA+ oferece bolsas para artistas; saiba como se inscrever

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Até o dia 20 de fevereiro de 2021 estão abertas as inscrições para o edital do Latinidades Pretas, que visa artistas, empreendedores e criadores de conteúdo negras e negros, indígenas e LGBTQIA+ da América Latina e do Caribe, para destacar projetos de artistas em meios as dificuldades do cenário atual da pandemia.

Os interessados podem se cadastrar no formulário do site oficial e preencher as inscrições para concorrer a cem bolsas que totalizam R$ 100 mil. O projeto visa destacar profissionais do setor cultural que perderam seus empregos por conta da pandemia do coronavírus. Serão aceitas propostas de artes como a dança, a literatura, a escultura, a moda, a música e as artes plásticas. Os trabalhos serão submetidos a uma equipe avaliadora, composta por membros do Instituto Afrolatinas e dez curadores externos. Por visar a inclusão social, o edital também contempla projetos em libras e candidaturas orais.

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Jaqueline Fernandes, criadora do Instituto Afrolatinas, explica a iniciativa: “É urgente combatermos a marginalização, discriminação e todo tipo de violência contra corpos LGBTQIA+. Queremos reafirmar que estamos comprometidas com essas vidas, com a memória, história e proteção do patrimônio cultural imaterial de suas culturas e com o reconhecimento da contribuição desta população para a sociedade“.

De acordo com o edital, Latinidades Pretas é uma plataforma online criada para reunir conteúdos, gerar renda e dar suporte às empreendedoras e empreendedores negres e indígenas, trabalhadores da cultura e da economia criativa. Nasceu em 2020, logo no início da pandemia do novo coronavírus, fruto de parceria entre Instituto Afrolatinas e Instituto Feira Preta, organizações que já desenvolvem ações conjuntas há alguns anos.

A primeira edição do projeto focou no suporte às mulheres negras. Recebemos 1.444 inscrições, de todas as regiões brasileiras, mais 9 países. Os conteúdos foram os mais diversos, de todas as linguagens artísticas e em diferentes formatos e suportes. Foram oferecidas 69 bolsas para trabalhadoras negras da cultura e os produtos entregues geraram conteúdos para a plataforma Latinidades Pretas.

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