Japão testa drogas anti-HIV contra coronavírus em meio a aumento de casos

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Japão
planeja testar uso de antirretrovirais usados contra HIV para tratar pacientes
de coronavírus, já que um aumento no número de casos está representando ameaça
à economia e à saúde pública, disse o principal porta-voz do governo nesta
terça-feira (18).

O governo está fazendo “preparativos para que testes clínicos com medicação para HIV para o novo coronavírus possam começar o mais cedo possível”, disse Yoshihide Suga em um briefing, mas acrescentando que não sabe dizer quanto tempo pode ser preciso para se aprovar o uso de um remédio.

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Pacientes descansam em um hospital temporário convertido do Wuhan Sports Center. Fotografia: Xiao Yijiu / AP

Pelo menos 88
pessoas foram diagnosticadas com o vírus no navio de cruzeiro Diamond Princess,
que está em quarentena no porto de Yokohama, elevando o número total de
passageiros infectados para 542, disse o Ministério da Saúde.

Ainda outros três casos foram confirmados no município de Wakayama, inclusive do filho de um médico infectado com o vírus, noticiou a mídia local, segundo apurado pelo The Guardian. A proliferação do vírus induziu Tóquio a reduzir a dimensão de aglomerações públicas, e algumas empresas estão orientando seus funcionários a trabalharem em casa.

Remédios
para HIV estão sendo anunciados como uma cura possível para o coronavírus, que
já matou quase 1.900 pessoas na China onde nenhuma terapia se mostrou eficaz
contra a infecção.

Por isso, os
chineses começaram a explorar maneiras não-convencionais de receber tratamento
– as pessoas estão apelando a pacientes soropositivos e a importadores ilegais
por remédios. Na Tailândia, médicos afiram ter algum sucesso ao tratar vários
casos da doença com uma combinação de medicamentos para gripe e HIV.

Autoridades
japonesas prometeram trabalhar duro para evitar transtornos na Olimpíada de
Tóquio, que começa em julho, mas o temor do vírus levou a equipe olímpica de
arco e flecha da Mongólia a cancelar um treinamento no Japão.

IMPORTANTE: nenhuma evidência de que os antirretrovirais sejam capazes de curar a infecção por coronavirus foi anunciada e automedicação é um ato perigoso que pode levar à morte.

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