Jair Bolsonaro proíbe órgãos federais de usarem termos LGBTs em propagandas

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A partir de agora é sem ‘lacre’. Pelo menos é o que o presidente Jair Bolsonaro (PSL), está pretendendo. De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, o ex-capitão do exército proibiu usar termos e representações utilizados pela comunidade LGBTQ+, em peças publicitárias e de divulgação de órgãos federais. Um dos termos eliminados do “dicionário da censura”, é a palavra ‘lacre’.

A nova ordem veio logo depois do presidente vetar a veiculação do comercial do Banco do Brasil, que foi produzido exclusivamente para os jovem. O vídeo em questão chegou a resultar na demissão do diretor de comunicação de marketing do Banco do Brasil, Delano Valentim.

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Apesar do veto, à Presidência da República divulgou uma nota informando que a legislação não permite tal nível de interferência do chefe do poder executivo em campanhas publicitárias, já que elas são autônomas e pertencem, em muitos casos, também a acionistas privados.

Essa não é a primeira vez que o presidente critica a linguagem utilizada pelos LGBTs. Poucos dias após ser eleito, Bolsonaro criticou uma questão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por falar do ‘pajubá’ (linguagem criada por pessoas trans e gays).

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