O corpo de Gabriel Taciano foi encontrado com marcas de tortura (Reprodução)
O corpo de Gabriel Taciano foi encontrado com marcas de tortura (Reprodução)

Um homem foi preso nesta segunda-feira (18), suspeito de participar do assassinato do ativista LGBT+ Gabriel Taciano. Em sua casa foram encontrados os retrovisores da moto da vítima.

O corpo de Gabriel foi encontrado na tarde deste domingo (17), na praia de Jacarapé, na cidade de João Pessoa, na Paraíba. O rapaz estava desaparecido desde o sábado (16).

Conforme informações do G1, durante o interrogatório o rapaz, que tem 23 anos, confessou o crime. Ele alegou que o crime foi motivado por uma dívida da vítima, que estava no valor de R$ 500.


Com a confissão, o homem foi preso em flagrante e vai responder pelo crime de homicídio triplamente qualificado por motivo fútil, sem defesa da vítima e com uso de requintes de crueldade.

Após a repercussão do caso, o Partido dos Trabalhadores (PT-PB) lamentou a morte de Gabriel, um de seus filiados, e chamou atenção sobre o fato de o rapaz ter sido morto no Dia Internacional de Combate a LGBTfobia.

“O assassinato de Gabriel, em uma data tão simbólica para a luta contra a homofobia, não poderá ficar em vão e se tornar mais uma estatística de crimes cometidos contra a comunidade LGBTQI+”, diz em nota.