Em um bate papo sobre a existência de ‘ex-gays’ durante o programa SuperPop (Rede TV!) nesta quarta-feira (24), a cantora Léo Áquilla relembrou os momentos na qual teve relações com uma outra mulher.

Na conversa, Léo disse que o caso aconteceu quando ela se converteu à igreja evangélica e namorou uma mulher, que hoje é mãe de seu filho, Vitor, de 23 anos. Segundo ela, a relação a fazia infeliz e se sentir horrível.

“O filho é bom, mas a relação foi uma catástrofe. Eu odeio transar com mulher, não sou ‘lésbicha’ de jeito nenhum. Aquilo me fazia mal, fazia com ela pensando no irmão dela”, disse Léo, que recentemente acusou a cantora Aline Barros de transfobia.


A artista ainda aproveitou o momento para criticar as pessoas que se dizem ‘ex-homossexuais’, afirmando que ser LGBT+ não é doença, porque na época que frequentava a igreja nunca conseguiu ser curada.

“Já vi muita gente que, por pressão de religião, negar aquilo que é na essência. Já fui evangélica, tenho um filho por causa dessa fase que passei na igreja. Fiquei seis anos na igreja de joelho, pedindo, implorando, até que fiz um filho para provar para a igreja que estava liberta. Porque Deus não me curou, que Deus é esse?”, declarou a jornalista.