Bandeira da não-binariedade
Bandeira da não-binariedade (Ilustração)

Queer. Pessoas que se autoidentificam como gênero queer transitam entre o gênero feminino e masculino ou em outro(s) gênero(s) no(s) quais os binarismo não se aplica. O termo faz referência à teoria queer, que afirma que a orientação sexual e identidade de gênero são resultado de uma construção social e não de uma funcionalidade biológica.

Para entender melhor sobre o que é ser queer, deixamos um vídeo do Quebrando Tabu, feito pelo Vitor diCastro, que explica a palavra de origem inglesa para designar algo “estranho, diferente”, oriundo do alemão “perverso”, mas que a comunidade significou como todo aquele que se denomina LGBT+.

A Teoria Queer, que tomou força pelos anos 80 dentro do movimento feminista é muito discutida e seccionada dentro do movimento com diversas interpretações, mas o importante é entender que, para pessoas que não encontram nenhum identificação dentro do binarismo e da cisgeneridade, bem como dentro de grupos específicos de orientação sexual, o termo queer é muito bem aceito. Se liga no mini-glossário abaixo:


  • IDENTIDADE DE GÊNERO: é a forma que a pessoa se entende como um indivíduo social.
  • EXPRESSÃO DE GÊNERO: é como o indivíduo manifesta sua identidade em público, a forma como se veste, sua aparência (corte de cabelo, por exemplo) e comportamento, independentemente do sexo biológico.
  • SEXUALIDADE: está relacionada à genética binária em que o indivíduo nasceu: masculino, feminino e intersexual.
  • ORIENTAÇÃO SEXUAL: tem a ver com o desejo de se relacionar afetiva e/ou sexualmente com outros gêneros. Em um ciclo natural, essa descoberta acontece entre a infância e o início da adolescência, mas, por preconceito e discriminação, ela pode ser bloqueada e até mesmo negada.