Demi Lovato (Reprodução)
Demi Lovato (Reprodução)

A cantora norte-americana Demi Lovato é um dos nomes em maior evidência nas eleições americanas neste ano, após lançar a canção “Commander in Chief” (ou Comandante-Chefe em português), onde critica o governo de Donald Trump.

O atual governo tenta a reeleição, com discursos marcados por expressões de racismo, preconceitos e misoginia. Na canção, Demi alfineta os políticos, falando sobre a difícil situação em que o país atravessa. “Se eu fizer as coisas que você faz/Eu não conseguiria dormir, sério/Você pelo menos sabe a verdade?/Estamos em um estado de crise, pessoas estão morrendo”, desabafa Demi na canção.

No Instagram, a intérprete de “I Love Me” respondeu uma fã que questionava se ela estava indo contra a sua família, que possui bases republicanas e de pensamentos mais conservadores. A cantora explicou que sua arte tem um papel social, onde ela não pode ser apenas um entretenimento.


“Você tem que entender que eu como celebridade tenho direito a emitir as minhas visões políticas, certo? Ou você se esquece que não somos apenas entretenimento para a vida das pessoas? Nós somos cidadãs do mesmo país e somos humanos com opiniões, certo? A diferença entre eu e o tipo de artista que você esperaria que eu fosse (mas, desculpa, querida, isso nunca será eu). É que literalmente não me importo se isso vai arruinar minha carreira. Ainda que isso possa desapontar você, eu estou muito ocupada sendo atacada pelas suas expectativas de que uma mulher queer de raízes hispânicas deva silenciar suas visões para agradar ao público”, contou Demi.