Arte erótica
Arte erótica (Foto: reprodução)

O sexo é a razão pela qual estamos aqui, mas ainda causa controvérsia. Como diz o Nelson Rodrigues: ” Por que é que nós estamos no mundo? Por causa do sexo! O sexo pode ser sublime! Nelson Rodrigues in, A vida como ela é.

O fato é que na história existiram diversas mulheres que, definitivamente, não conseguiam ficar sem. Essas loucas por prazer, foram denominadas ninfomaníacas, palavra para designar àquele que tem compulsão sexual. O termo tem origem no grego antigo e refere-se às ninfas, divindades mitológicas famosas que personificam a reprodução e a fertilidade da natureza. 

Cleópatra:

Os poetas de sua época a tachavam como “prostituta”, “rainha louca” ou “rainha prostituta”. Esta versão voltou a ganhar força durante os séculos XIV e XV, a partir de autores como Dante Alighieri e Giovanni Boccaccio, que a descreveram como a “prostituta dos reis do Oriente” , “criatura lasciva” ou “devoradoras de homens”.


Paulina Bonaparte

A irmã predileta de Napoleão. Ela escandalizou a Europa com os relatos de seus inúmeros casos amorosos, que envolviam relações lésbicas, ninfomania, orgias e até rumores sobre um possível relacionamento incestuoso com o seu irmão. O incesto é sempre tematizado em livros; o lado obscuro dos contos infantis é um deles, apesar de tentarem negar incisivamente o assunto.

Posou nua aos 25 anos para o escultor Antonio Canova, que a imortalizou em mármore como uma Vênus (foto acima). Em 2011, a imagem foi a vencedora de um concurso de beleza eterna, realizado na Itália. Ela também foi reconhecida como a “Nova Miss da Arte”.

Catarina, A Grande

A rainha russa praticava sexo pelo menos 6 vezes por dia, mas os candidatos passavam primeiro pela sua “provadora” Miss Prota. Ela recrutava jovens belos e saudáveis para experimentar sua performance sexual. Caso fossem aprovados, iam para o harém da imperatriz, formado por uma média de 21 amantes oficiais.

Fonte: Já é Notícia