Leonardo da Vinci
Leonardo da Vinci (Foto: Reprodução)

O biógrafo americano Walter Isaacson, é conhecido por pesquisar com afinco a vida de cada figura que compõem um livro. O alvo da vez foi o pintor e multidisciplinar Leonardo da Vinci, que viveu entre 1452 e 1519.

Para compor as mais de 600 páginas do livro Leonardo da Vinci, Walter analisou 30 diários do gênio italiano, que contabilizam 7.200 páginas. As informações trazidas sobre o ícone do renascimento, pode mudar o conceito de muita gente sobre ele.“O maior gênio da história era filho ilegítimo, gay, vegetariano, canhoto, muito disperso e, às vezes, herético”. Sim, Leonardo, comumente, abordava figuras sacras em seu repertório. O Batismo de Cristo e Madona são exemplos clássicos.

Segundo o autor, Da Vinci não tinha vergonha de sua sexualidade, e se afirmava enquanto gay tendo sido por duas vezes denunciado por sodomia, tendo quase sido preso. Outro artista emblemático também condenado pela homossexualidade, foi Oscar Wilde, autor do atemporal, o Retrato de Dorian Gray.  O livro também afirma que Da Vinci mantinha práticas heréticas, e que muito provavelmente era ateu.


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A credibilidade da pesquisa fez o livro de Walter ser recebido como a biografia definitiva de Da Vinci. O maior gênio da história redesenhou o mundo em muitos aspectos além de suas obras e suas percepções. Sim, Da vinci trabalhava empiricamente. Seus trabalhos também apontavam para um futuro promissor e progressista.