DJ Dani Brasil: “Durante a pandemia recebi vários convites para tocar em festas clandestinas”

DJ Dani Brasil opina sobre os profissionais da área do entretenimento que voltaram a trabalhar durante a pandemia

Publicado em 10/09/2021 21:00
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As festas fecharam de verdade com as medidas de restrição impostas pela pandemia? A resposta é não. Nem todas as festas fecharam as portas, conforme as orientações pediam, mas isso não é uma exclusividade do meio gay, em todos os meios muita coisa, considerada supérflua, seguiu normalmente.

Ao Observatório G, o DJ Dani Brasil opina sobre os profissionais da área do entretenimento que voltaram a trabalhar durante a pandemia.  Dani Brasil, que iniciou a sua carreira em 2017, foi obrigado a cancelar seus shows e respeitar a quarentena. E mesmo assim, ainda recebeu convites para tocar em festas clandestinas. Brasil conta o que acha dos outros djs que ficaram em eventos desse tipo.

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Cada caso é um caso. Eu tenho muitos amigos que precisaram tocar para se sustentar já que antes da pandemia, eles viviam da música e eu entendo totalmente o lado deles. Outros, decidiram se opor a tocar em eventos clandestinos ou pelo menos seguraram ao máximo até aceitar o convite para tocar. Cada pessoa sabe como é sua realidade e não podemos julgar. Porém sei também de djs que se reinventaram, criaram novos projetos incluindo a música como produções inéditas, apresentações digitais e vendas online de seus remixes”.

“Os DJS e os produtores precisam trabalhar. Porém durante essa situação que estamos vivendo, acaba trazendo problemas para outras pessoas e isso gera uma série de desentendimentos na sociedade. Já vi discussões que muitos acreditam que aqueles que trabalham com entretenimento, não deveriam depender somente disso para sobreviver ou até procurar um “plano b” durante a pandemia.”

Dani Brasil finaliza respondendo sobre o entretenimento ter sido deixado de lado e esquecido durante a pandemia:

“Existem lugares que realmente adotaram o modo bar e seguiram da maneira correta. Porém outros não. Em alguns casos, o faturamento veio na frente do entretenimento e isso porque não houve nenhuma ajuda do governo, que na verdade sim, deixou o setor de entretenimento totalmente abandonado“.

Esse setor não teve um plano de retorno concreto e nem auxílio para os funcionários durante a pandemia. Vimos todos os setores da economia voltando aos poucos e os eventos sendo deixados por últimos e carente de qualquer atenção ou plano governamental. Eu sei o quanto os profissionais dessa área estão lutando para sobreviver e que não tem sido fácil.”

Confira nossa nota : Festas gays do Brasil anunciam datas de retorno das atividades

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