Bandeira LGBTQ+Foto/Reprodução.
Bandeira LGBTQ+ (Foto/Reprodução)

Conforme já reportamos, LGBTs têm sofrido o impacto da pandemia pela dificuldade de inserção no mercado de trabalho, que, aliás, já é uma realidade desde sempre. Desse modo, a ajuda de ONGs se deu por meio de doações do poder público e da sociedade, com o repasse de cestas básicas de alimentos.

Desde abril pela Associação de Homossexuais do Acre estamos recebendo cestas de alguns doadores e a gente tem feito a publicação nas nossas redes para busca das pessoas que neste momento estão precisando de doação de alimentos”, disse Germano Marino, presidente do Fórum de ONGs LGBTs do Acre.

“Neste período a gente tem tido bastante procura, principalmente as pessoas com problema de trabalho, sem remuneração e que não receberam o Auxílio Emergencial, essas estão precisando”, completou Marino.


Em relação à saúde de LGBTs neste período de pandemia, a temática também foi discutida por especialistas. “Sabemos que a saúde mental da população LGBTQI+ no Brasil é mais fragilizada, e estamos vendo como isto está se aprofundando na pandemia”, disse Samuel Araújo, doutorando da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).