Clínica de bronzeamento em Salvador é acusada de excluir mulheres trans

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A clínica de bronzeamento Salvador Bronze que fica na capital da Bahia é acusada de transfobia após a descrição do perfil no Instagram se recusar a atender mulheres trans. “Exclusivo para mulheres, exceto transgênero”, é o que escreveram.

Em resumo, através de uma nota, a empresa disse que a recusa é feita por falta de equipamentos necessários para atender a todos os tipos de público.
“A Salvador Bronze não atende a todos os tipos de públicos devido às suas limitações técnicas (comum nas profissões). Por isso deixamos claro nosso repúdio à quaisquer atos discriminatório [sic], seja social, racial ou sexual”.

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Porém, o professor do curso de Direito da Unesp, advogado e defensor dos direitos humanos, Renan Quinalha, afirma que a atitude se enquadra perfeitamente na lei de racismo.

“Estão albergados pela Lei 7716, de 1989, que é a Lei Antirracismo, e esse caso está claramente enquadrado no artigo 5º, que é impedir o acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador. Este é o texto da lei que se identifica neste caso[…], relata Renan.

” A meu ver este tipo de alegação é insuficiente, claramente foi por conta repercussão que aconteceu dentro do universo LGBT, rodando em vários grupos, e a loja viu a gravidade e a dimensão que isso se tornou. Não está fundamentado este argumento. É caracterização da discrimação do ponto de vista legal”, disse o educador em entrevista para a Marie Claire .

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