Um levantamento da Liga Contra Difamação em 2018, mostra que os registros das estratégias para divulgação do pensamento supremacista atingiu apenas 1.214 casos, enquanto em 2019 foram registrados 2.713 casos, segundo site Notícias ao minuto.

A veiculação da propaganda é feita através de folhetos, adesivos, ‘banners’, pósteres e mensagens via redes sociais. Foi constatado que nos campus universitários a distribuição de literatura supremacista dentro e fora do ambiente estudantil.

“Os supremacistas brancos veem a distribuição de propaganda, incluindo boletins, folhetos e autocolantes, como uma maneira conveniente e praticamente anónima de promover as suas mensagens de ódio e de intolerância”, como explica Jonathan Greenblat.


Jonathan Greenblat é dirigente da Liga Contra Difamação e no relatório divulgado mostra os Estados onde a propaganda se sobressai, tirando o Hawaii, Califórnia, Texas, Nova Iorque,Massachusetts, New Jersey, Ohio, Virgínia, Kentucky, Washington e Florida. Todas as vinculações são de cunho patriótico onde o ódio e o preconceito são disseminados.

A representante de maior expressão desses grupos é a Frente Patriota que alcança 66% dos casos registrados. Ela foi fundada em 2017 e no ano passado divulgou mensagens como “Os EUA não está à venda” e “Uma nação contra invasão”. Com justifica de patriotismo eles crescem a cada ano na América do Norte.

“Embora saibamos que extremistas e grupos de ódio são encorajados pelo ambiente atual, esse aumento na distribuição de folhetos e propaganda mostra como os fanáticos são capazes de espalhar a sua mensagem sem arriscar o anonimato”, finalizou Jonathan.