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O aplicativo ganhou o nome em homenagem a travesti Dandara Kethlen de 42 anos assassinada de forma brutal no Ceará. O caso aconteceu em 2017, e vídeo da tortura da travesti chocou o mundo, ela além de espancada foi torturada e assassinada a tiros em plena luz do dia.

O aplicativo segundo o Huffpost busca ajudar a mapear locais seguros e de risco para o público lgbt. Além de gerar dados oficiais para desenvolvimento de Políticas públicas. O aplicativo foi desenvolvido pela Fiocruz, em parceria com a ANTRA(Associação Nacional de Transsexuais e Travestis) e a ABGLT  (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos).

“Como usar essas tecnologias para ajudar a combater a violência contra a população LGBT? Foi essa pergunta que a gente fez e tentou colocar em prática”, revela Angélica Baptista Silva, especialista em saúde digital e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz.


“O que a gente propõe é iniciar um movimento, gerar dados dessas violências que existem no Brasil, e demandar políticas públicas a partir disso. Esse é só o começo”, diz Keila Simpson presidente da Antra.