Grindr (Imagem: Divulgação)
Grindr (Imagem: Divulgação)

Barry Cole Poyne, da Igreja de Cristo de Kirksville, no Missouri (EUA), que é um dos três líderes que administram a igreja, foi preso acusado de prostituição condescendente. Segundo o Põe na roda, ele cobrava por sexo no aplicativo Grindr. “Você não sabe que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não se iluda; nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem homossexuais.”, dizia uma das publicações do mesmo em sua rede social.

Barry era representante da igreja anti-gay, e possuía o aplicativo Grindr: “ele estava assediando estudantes do sexo masculino por contato sexual, além de oferecer pagar por favores sexuais”, diz um dos registros policiais e queixas.

Ele usava o nome “DILF”, gíria entre meninos novos que curtem ter relações sexuais com homens mais velhos, no aplicativo de pegação.


O uso indevido da rede de encontros vai contra a ideologia da igreja onde o líder religioso era presbiteriano. A igreja não comentou o caso publicamente mas retirou o líder das mídias digitais da igreja.