Símbolo HIV-Foto/Reprodução.
Símbolo HIV-Foto/Reprodução.

No mês de novembro foi lançada a campanha Dezembro vermelho, a qual tem como princípio diagnosticar e alertar sobre a educação sexual a diversas pessoas. De acordo com G1, mais de 135 mil brasileiros não sabem que são portadoras do vírus HIV, e quem confirma esses dados é o Ministério da Saúde.

Os casos de novas descobertas do vírus AIDS infelizmente ainda são comuns. De 1980 a 2019, quase um milhão de pessoas tiveram seu diagnóstico confirmado como soropositivos. Um diretor especializado em doenças crônicas, afirma:

“Os últimos dados mostram que a pessoa diagnosticada com HIV tem praticamente o mesmo tempo de vida que uma pessoa que não vive com o vírus”


Os números de novos casos diminuíram de 2014 a 2018, e o governo informou que as taxas de mortalidade também reduziram para 22%. É importante lembrar que o paciente pode chegar a carga viral indetectável, quando o tratamento é aderido com responsabilidades tem uma estimativa de vida igual a quem não é soropositivo.

No Brasil mulheres grávidas entre 20 a 24 anos também são as mais atingidas pelo vírus, e se não fazem o tratamento, transmitem o vírus a seus bebês, o nome dessa transmissão é chamada de Transmissão vertical.

Na última quinta-feira foram comemorados os 31 anos do dia mundial com a AIDS e o Ministério da Saúde apresentou a campanha “HIV/AIDS,se a dúvida acaba, a vida continua”. ”A campanha tem como objetivo informar a necessidade de todos do Brasil fazerem os testes, e se der um resultado positivo, ela vai aderir ao tratamento que é feito pelo SUS, podendo ficar indetectável. Em todo Brasil existem mais de 12 milhões de testes rápidos a serem entregues e também preservativos masculinos e femininos”.

Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde enfatizou que:

 “O maior desafio ainda é o medo”, afirma o ministro sobre o receio de muitos ao fazer o teste de HIV.