Bandeira LGBT com símbolo do judaísmo
Bandeira LGBT com símbolo do judaísmo (FOTO: Divulgação)

Os Estados Unidos da América abrangem uma grande comunidade LGBTQ+, porém na mesma proporção traz ataques aos mesmos. Foi o que aconteceu com Adam Eli, um ativista queer e judeu, em Nova York.

O também criador do movimento ‘Voices 4’ saia de uma estação de metrô na cidade americana mais populosa, usando um quipá (tradicional vestimenta do judaísmo) rosa e uma bolsa brilhante. Por conta disso, foi perseguido por um homem que lhe desferia palavras agressivas.

Em suma, o homem bradava para ele tirar o quipá, pra ele “voltar ao armário”, que isso não é judaísmo e que a homossexualidade é uma abominação. Algumas pessoas na rua ficaram assustadas e Adam não se mostrou intimidado, filmando tudo.


Adam Eli é um ativista LGBT + e fundador do Voices 4. Ele disse à NBC New York que estava “se apresentando como esquisito” usando a kipá rosa e carregando uma bolsa rosa brilhante.

Em seu Twitter, falou mais sobre o ataque homofóbico: “Hoje fui assediado, seguido e ameaçado nas ruas. Passei os primeiros 18 anos da minha vida ouvindo as pessoas me dizerem que eu não podia ser gay e judeu. Hoje eu amo minha identidade judaica queer e ninguém está tirando isso de mim.

Racismo, transfobia, xenofobia, islamofobia, anti-semitismo e o capacitismo (discriminação com pessoas com deficiência) estão de mãos dadas. Nossos ancestrais nos ensinaram que nenhum de nós está seguro até que todos estejam seguros“.