LGBTs contra as armas protestam nos Estados Unidos (Foto: Unsplash)
LGBTs contra as armas protestam nos Estados Unidos (Foto: Unsplash)

O último final de semana de julho foi marcado por atentados nos Estados Unidos. Foram dois tiroteios em massa no intervalo de 12 horas. No sábado, vinte pessoas foram vítimas de um atentado na cidade de El Paso, no Texas. No domingo, outras nove pessoas foram assassinadas em um segundo atentado. Desta vez, em Dayton, Ohio.

Uma congressista americana, Candice Keller culpou o “casamento igualitário, o direito das pessoas trans e as ativistas drag queens” pelas mortes. A política conservadora também falou em “queda da família tradicional americana” como uma das razões para os ataques.

Como forma de reagir aos atentados – e às falas discriminatórias da congressista – um grupo de cerca de 200 manifestantes protestou na Times Square contra a política de armas do país na semana passada. Conhecidos como “Gays Against Guns” (Gays contra as armas), o grupo contou com o apoio de ativistas, políticos e membros da sociedade civil.


O “Gays Against Guns” foi formado após o atentado na boate Pulse, que aconteceu em junho de 2017 em Orlando, Flórida. O atentado à boate LGBT deixou 50 mortos na época. Recentemente, descobriu-se que uma das vítimas do atirador de Dayton era um homem trans.