Um partido conservador de Israel comparou os ativistas LGBT aos nazistas. Campanha também comparou gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans a terroristas, afirmando que “eles querem nos destruir”.

O partido de extrema direita Noam começou sua campanha política para as próximas eleições presidenciais afirmando que seu principal objetivo é combater os direitos LGBTs. Em propaganda, políticos conservadores comparavam a comunidade LGBT ao nazismo: regime responsável pelo assassinato de mais de seis milhões de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial.

Após exibir a foto de Hitler (principal nome associado ao Nazismo), a propaganda afirmava que apenas os métodos foram trocados. “Eles querem nos destruir, mas de dentro” narrava o vídeo, exibindo imagens das Paradas LGBTs.


O vídeo só esqueceu de avisar, entretanto, que o Nazismo foi um regime de extrema direita que perseguiu minorias sociais. Números oficiais indicam que cerca de sete mil gays e lésbicas foram mortos nos campos de concentração nazista.

Este mês, uma política conservadora americana também culpou a comunidade LGBT pelos tiroteios em massa nos Estados Unidos. Em sua página no Facebook, Candice Keller culpou o “casamento igualitário, o direito das pessoas trans e as ativistas drag queens” pelas mortes. A política conservadora também falou em “queda da família tradicional americana” como uma das razões para que esses ataques tenham ocorrido.