Leonardo da Vinci
Leonardo da Vinci (Foto: Reprodução)


Há 500 anos morria o gênio renascentista Leonardo da Vinci. O maior gênio da história renascentista redesenhou o mundo em muitos aspectos. Leonardo consagrou-se pelas suas obras clássicas e suas percepções aguçadas. Sim, Da vinci trabalhava empiricamente. A genialidade de seus trabalhos também apontavam para um futuro promissor e progressista.

Mas não é só isso. Há relatos de que Leonardo era polivante, e uma de suas habilidades era na cozinha. Ou seja, além de tudo ainda era um bom cozinheiro. Inclusive, muitos amigos frequentavam sua residência não para apreciar suas obras formidáveis, mas para degustar seus pratos saborosos.

O livro Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson, faz uma leitura pertinaz permeando às principais obras de Leonardo e, sobretudo, em que contexto ele se encontrava quando trouxe à tona estas obras. O livro também estabelece uma correlação entre arte e ciência. Nesse sentido, Isaacson mostra que a genialidade de Leonardo estava fundamentada em características acessíveis a todos nós, como a curiosidade, uma enorme capacidade de percepção e uma imaginação exacerbadamente fértil que flertava com a fantasia.


O biógrafo Walter também revelou que Leonardo não tinha vergonha de assumir-se gay, e o pintor multidisciplinar foi, por duas vezes, denunciado por sodomia, tendo quase sido preso. Outro artista emblemático também condenado pela homossexualidade, foi Oscar Wilde, autor do atemporal, o Retrato de Dorian Gray. O livro também afirma que Da Vinci mantinha práticas heréticas, e que muito provavelmente era ateu.