Bandeira LGBT
Bandeira LGBT (Foto: divulgação)

Segundo estipulado na RevistaArcoIris, O país chegou a ocupar o 19° lugar em 2010. O que sinalizou uma queda de 49 posições em uma década. O Brasil passou do 55º lugar em 2018 para o 68º em 2019 no ranking do site Spartacus dos países mais hospitaleiros para a comunidade LGBT. Na comparação com os últimos 10 anos, a discrepância é ainda maior: 49 posições. Em 2010, os brasileiros chegaram a ocupar o 19° lugar.

Estes levantamentos são imprescindíveis para aclarar a questão. Por isso é tão essencial que a criminalização da homofobia seja regulamentada, para diminuir e sentenciar estes ataques covardes. Os dados foram fornecidos por ONGs que atuam concernentes aos Direitos Humanos. Totalizando 197 países catalogados no ranking da Spartacus.

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Os critérios são classificados em três categorias, segundo a rádio francesa France Inter: direitos adquiridos (como casamento para todos ou a possibilidade de adotar crianças por um casal gay), discriminação e quantidade de restrições aos direitos individuais. Na primeira categoria, é avaliado, por exemplo, se o país legalizou o casamento para todos ou se a adoção de crianças é possível para um casal do mesmo sexo.A segunda categoria refere-se  a questões como a idade do consentimento sexual: é o mesmo para casais do mesmo sexo e casais heterossexuais? Existem leis anti-discriminação? Existem restrições de viagem para pessoas soropositivas? A Parada Gay é permitida? Na terceira categoria estão as perseguições, sentenças de prisão e sentenças de morte contra pessoas LGBT.

A colocação do Brasil

No topo do ranking, figuram Portugal, Suécia e Canadá. Portugal subiu 27 lugares, terminando em primeiro em um empate com a Suécia e o Canadá. No 68º lugar, o Brasil de Jair Bolsonaro ficou bem atrás de países como Porto Rico (35°), Moçambique (41°), Cuba (47°), Costa Rica (47°), Bósnia (47°), Bolívia (41°) e Hungria (57°).