Documentário com acusações de pedofilia contra Michael Jackson choca Festival

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documentário Leaving Neverland reacendeu as dúvidas em torno das acusações de abuso sexual de Michael Jackson contra menores. O filme teve a sua estreia na última semana no Festival de Sundance, e impressionou a plateia pelos relatos chocantes.

Com cartas, fotos e áudios da época, a produção tem sido encarada como uma prova das denúncias que assombraram o astro por anos. O “Rei do Pop” chegou a enfrentar um julgamento em 2004, no qual foi absolvido. 

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Dirigido por Dan Reed, o longa apresenta, em quatro horas de duração, entrevistas com duas vítimas: Wade Robson e James Safechuck, que atestam ter vivido um relacionamento com o cantor quando crianças.

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Segundo a equipe do documentário, alguns dos depoimentos são tão fortes, que eles não puderam ser transcritos. Robson contou que Jackson obrigou a fazer sexo oral e afirmou que era assim que “se demonstrava amor”. Ele também lembrou quando foi penetrado pelo músico quando tinha 14 anos. Já Safeshuck revelou que o músico lhe ensinou a se masturbar.

A família de Michael Jackson nega as acusações e acusou o filme de “um assassinato a reputação”. “Leaving Neverland” ainda não tem previsão  de estreia no Brasil.

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