Modelo Rodrigo Alves, o Ken Humano (Foto: Reprodução/Instagram)

Após 60 cirurgias plásticas espalhadas pelo corpo, Rodrigo Alves, conhecido como o Ken Humano, ainda não está satisfeito. O brasileiro está morando no Irã, onde realizará mais alguns procedimentos, principalmente em seu rosto, a partir deste domingo (13). De acordo com a Quem, o famoso tem uma justificativa para cada uma delas.

Nos olhos: “tenho 36 anos, estão caindo”; no nariz: “não respiro bem e vão abrir para isso acontecer”; no queixo: “o silicone ali me deixa com rosto muito grande”; nos lábios: “quero melhorar”. Ele irá trocar, ainda a lente de contato nos dentes, pois “tem umas que não estão boas”.

A intenção do Ken Humano é estar com o rosto perfeito para sua participação no Eurovision, uma competição musical onde a maior parte dos participantes são europeus. “Vou mostrar a canção Plastic World, que é parte em espanhol, parte em inglês, e na qual eu toco no assunto da cirurgia plástica”, revelou. Ele estará na estreia do programa, que acontece em maio, em Tel Aviv, Israel.

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Desde agosto passado, o modelo tem intensificado suas aulas de canto para arrasar na competição. “São duas horas por dia, e tenho quatro pessoas que trabalham comigo. Cantar é técnico, é algo que todos nós podemos fazer com treinamento vocal e se exercitamos corretamente os músculos que são as cordas vocais.”

Em nenhum momento Rodrigo esconde o quanto essa ideia exige de seu esforço. “As cordas vocais doem, eu fico sem voz… Às vezes tenho que ficar sem falar e conversar. Sinto falta de ar e tenho um cilindro de oxigênio no estúdio. Não sei como cantores profissionais como Jennifer LopezMadonna ou Beyoncé conseguem. Eu quase desmaio.” Apesar de citar as estrelas, ele elucida que jamais se compara a elas.

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Mesmo com o trabalho árduo, o Ken Humano explica que esse sempre foi seu sonho e ainda planeja voar alto. “Para ser um personagem público como eu é importante estar sempre se reinventando e e fazer coisas novas”, afirmou.

Ele falou ainda, sobre voltar para seu país de origem. “Com essa novidade de cantar tem gente me ligando todos os lugares, mas gostaria de voltar para o Brasil. Quero ir ao Domingão do Fautão e ver o Carnaval. Moro aqui, mas amo o Brasil e os brasileiros”.