Professora de Pilates causa após tweets homofóbicos: “Tá liberado matar viado”

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Uma suposta professora de Pilates mineira se envolveu no centro de uma polêmica recentemente, após publicar comentários considerados homofóbicos em seus perfis nas redes sociais. As mensagens relacionavam a posse do presidente Jair Bolsonaro com o assassinato de homossexuais.

Em uma das postagens datada do último dia 31 e viralizadas no dia 02, a mulher questionou se estava liberado “matar viado” a partir do dia 1°, quando Bolsonaro tomou posse. As declarações preconceituosas correram as redes sociais para o descontentamento dos internautas.

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Com a repercussão, ela decidiu mudar o seu perfil e bloqueou as publicações públicas. Apesar disso, algumas pessoas tiveram acesso ao seus dados pessoais e os divulgaram na internet. Alguns sugeriram um boicote à clínica de Pilates em que supostamente trabalha.

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Porém, ao site Bhaz, o estabelecimento negou ter alguém com este nome dentro do seu quadro de funcionários. Outras duas clínicas de pilates com nomes parecidos também teriam tido ligação com a mulher.

O espaço Axis Studio Curitiba também estaria sofrendo retaliações por supostas ligações com a mulher e divulgou um comunicado nas redes sociais. “Nós do Axis Studio estamos sendo repreendidos por ter uma funcionária com o nome de Claudia Chelotti! NÓS JAMAIS TIVEMOS qualquer ligação trabalhista com esta mulher e nossa sede é em CURITIBA! Somos completamente contra qualquer tipo de discriminação ou homofobia! Tomaremos medidas cabíveis devida a exposição do Estúdio!”, diz a nota.

Suposta professora de Pilates causa nas redes sociais com tweets homofóbicos
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