LGBTfobia
LGBTfobia (Foto: Reprodução)

Mulheres lésbicas estão sendo acusados de atacar por autoridades na Chechênia com “bastões de choques elétricos”. Segundo a Rede LGBT da Rússia, as vítimas são submetidas a violência sexual. As informações são do site Pink News.

O chamado “expurgo gay” teve início em 2017, quando surgiram os primeiros boatos de LGBTs violentados. De acordo com a organização, as pessoas estão sendo presas na cidade de Argun, assim como uma delegacia de polícia na capital chechena, Grozny.

A violência apresentou um aumento significativo nas últimas semanas, quando pessoas estão sendo presas na cidade de Argun, assim como uma delegacia de polícia na capital chechena, Grozny. As detenções teriam início no final de dezembro.


LEIA MAIS:

Gay em Malhação, Giovanni Dopico revela sofrer homofobia na web: “Senti na pele o preconceito”

Comovido pelo suicídio de um conhecido, Pabllo Vittar alerta sobre depressão

Governo nega

Segundo a agência Efe, o porta-voz do controverso líder Ramzan Kadyrov negou que haja campos de concentração para LGBTs. “Na república chechena, não existe nenhuma prisão ou local de detenção que não faça parte do sistema carcerário”, assegurou.

O governo ainda acrescentou que também não existem gays na Chechênia. “Não se pode prender ou perseguir quem simplesmente não existe.”, declarou. “Se existissem pessoas assim na Chechenia, as forças de ordem não teriam nenhum problema, porque seriam os próprios familiares a mandarem essas pessoas para aquele endereço do qual não se volta”, completou o porta-voz