Travesti Juliana Ferreira foi encontrada morta em canavial de Maringá
Travesti Juliana Ferreira foi encontrada morta em canavial de Maringá

O corpo de uma travesti foi encontrado por funcionários de uma usina em um canavial, na tarde da terça-feira (02), em Mandaguaçu, região de Maringá. De acordo com a Polícia Civil o cadáver estava em avançado estado de decomposição. As informações são do site Plantão Maringá.

A vítima, identificada apenas pelo nome civil: Diego Ferreira Freitas, teria 24 anos , e foi encontrado junto com um assunto aparelho celular. A polícia suspeita de que trata-se de um caso de execução, como motivação para o crime.

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Ainda segundo informações da polícia, funcionários que trabalhavam no local, sentiram um forte mau cheiro nas proximidades do local onde o corpo foi encontrado e acionaram a corporação. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Não há informações sobre marcas de tiros ou outros ferimentos.

Familiares de Diego confirmaram que a vítima era uma travesti e morava no distrito de Iguatemi, onde era conhecida como Juliana Ferreira. A Delegacia de Homicídios iniciou as investigações para encontrar possíveis responsáveis pelo crime.

3 COMENTÁRIOS

  1. Repórter semi-analfabeto e provavelmente FEITO-NAS-PREGAS continua errando feio na concordância.
    Primeiro o apedeuta cita a vítima como sendo ELA, TRAVESTI.
    Segundo, revela que o nome “DA” travesti é DIEGO e portanto essa vítima era do SEXO MASCULINO.
    Ora, se ERA HOMEM as regras mandam chamá-lo de ELE e só SE FOSSE MULHER SERIA ELA.
    Conclusão: Traveco pode ser viado mas continua homem (fator XY), mesmo vestido de mulher (que obrigatoriamente é fator XX).
    Moral desta estória: Sejam pederastas, rasguem os rabos a peso de pica m – muita pica! – defendam a causa mas sejam homens e portanto… NÃO SEJAM BURROS!
    Ou só viados mesmo!

    • Deixa o Repórter fazer o trabalho dele, tenha mais respeito também, pelo que deixa nítido aqui, mais uma daquelas bixas encubadas, mal resolvida,desesperadas que vive descobtando a raiva do armário em quem não tem nada haver, te põe no seu lugar mané.

  2. Mais um caso demonstrando a cultura de violência e impunidade que hodiernamente vigora em muitos países do mundo. O corpo de Juliana foi encontrado em avançado estado de putrefação. E a família? Não estava preocupada com seu desparecimento, pelo visto, ou já teriam feito queixa à polícia ou acionado outros canais de busca. Gostaria de saber se os defensores da pena de morte apontariam, concordando com os transfóbicos, os homicidas como heróis ou como passíveis de “execução”. Pena de morte não é resposta, porém agravante do problema. É mister informar e cultivar a tolerância e o respeito aos direitos humanos como forma de prevenir os crimes hediondos como este. O que mais deve preocupar é que muitos ao lerem a notícia deverão fazer comentários minimizando o fato de Juliana ser transgênero ou até mesmo justificando o crime perpetrado. Folgo em saber que ela está no céu. Já no caso de seus assassinos, dos nazistas (que mandaram 6 milhões de judeus, 200 mil ciganos e 15 mil homossexuais para a morte em campos de extermínio) e dos que apoiam tais perfídias com interpretações duvidosas das Escrituras Sagradas tenho certeza de que o destino será bem mais cheio de labaredas.

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