A vereadora Marielle Franco
Marielle Franco (Foto: Reprodução/Instagram)

O Ministério Público do Rio de Janeiro identificou o tipo físico do atirador que matou a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, em março, e novos locais por onde o carro utilizado para o crime teria passado após a realização do assassinato. As novidades sobre o caso foram apresentadas às famílias das vítimas.

A Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (DDIT-CSI/MP-RJ), que atua em auxílio ao trabalho dos promotores, conseguiu identificar através de centenas de imagens, o veículo onde estavam os executores em outros locais além dos que já tinham sido identificados.

O mapeamento adquirido através de softwares de alta tecnologia demonstra um avanço para a continuidade das investigações. Apesar de encontrarem o tipo físico do suspeito não foram divulgadas quais seriam essas características.


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Os promotores que atuam no caso também estiveram no Presídio Federal de Mossoró para ouvir o preso Orlando Curicica, apontado como mandante do crime por uma testemunha ouvida pela Divisão de Homicídios em maio. As informações são do G1.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também remeteu ao MPRJ o depoimento prestado pelo mesmo custodiado aos procuradores da República. O conteúdo dos depoimentos é mantido em absoluto sigilo para não atrapalhar o andamento das investigações.

Marielle Franco foi brutalmente assassinada enquanto saía de um evento sobre combate ao racismo, na Lapa (RJ). No momento da ação, estava no carro junto a sua assessora e o motorista Anderson Pedro Gomes, que também foi atingido pelos disparos e não resistiu.  A polícia trabalha com a hipótese de execução como principal motivação para o crime. Mulher, lésbica e negra, ela ficou conhecida pelas suas pautas a respeito dos Direitos Humanos.

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