Mais da metade dos deputados que compõem a atual bancada evangélica no Congresso Nacional não conseguiu se reeleger em 2018.
Bancada evangélica atuava na prevaricação de pautas progressistas (Divulgação)

Mais da metade dos deputados que compõem a atual bancada evangélica no Congresso Nacional não conseguiu se reeleger em 2018.

De acordo com um levantamento feito pelo jornal Estado de São Paulo, dos atuais 82 deputados que se autodenominam evangélicos, apenas 37 voltarão para uma nova legislatura  de mais 4 anos em 2019.

Isso significa que 55% deles não obtiveram votos suficiente para um novo mandato e não voltarão à Câmara.


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A bancada evangélica tornou-se conhecida por defender valores religiosos, conservadores e da família tradicional, além de manterem postura combativa às pautas progressistas e principalmente as LGBTs.

Entre as bancadas que compõem o Congresso, a evangélica foi a que mais sofreu baixa em seu número de componentes, ao mesmo tempo em que foi o bloco suprapartidário cujos parlamentares tentaram a reeleição: ao todo, 84% dos 82 deputados buscaram aprovação popular para um novo mandato, mas a grande maioria não obteve êxito em seu intento.

 

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