Jean Wyllys cobra retratação de Bolsonaro após candidato espalhar mentira

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O deputado federal do Rio Janeiro Jean Wyllys (PSOL) se manifestou cobrando retratação pública de Jair Bolsonaro (PSL), após o candidato à presidência espalhar notícia mentirosa envolvendo a comunidade LGBT, a fim de difamar seu adversário no pleito pelo Planalto, Fernando Haddad.

Ao longo de toda a corrida presidencial, Bolsonaro tem espalhado a notícia falsa de que Haddad pretendia implantar um “kit gay” para “doutrinar as crianças” nas salas de aula.

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Após comprovação de que tudo não passava de fake news, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ordenou que Bolsonaro exclua postagens sobre o assunto feitas por ele e sua equipe no Facebook e no YouTube.

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Agora, Wyllys e demais ativistas políticos pedem retratação de Jair Blsonaro em rede nacional de televisão.

Nunca existiu ‘kit gay’; confirma Tribunal Superior Eleitoral (TSE): O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a remoção de vídeos em que Jair Bolsonaro (PSL) espalhava a mentira sobre o suposto kit gay. O material não existe e nunca existiu como comprova a sentença.

No vídeo, o candidato da extrema direita mostrava um livro chamado “Aparelho Sexual e Cia” afirmando que o material foi distribuído nas escolas, o que é mentira.

Com a decisão, “o coiso” está proibido de falar em kit gay.

Segundo a decisão do Tribunal, “o próprio Ministério da Educação já registrou, em diferentes oportunidades, que a publicação em questão não integra a base de livros didáticos distribuídos ou recomendados pelo Governo federal.” A sentença afirma ainda que “assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido distribuído pelo MEC (…) gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”. Esse episódio de “denuncia” ao kit que nunca existiu é emblemático: Foi ali que “o coiso” se tornou uma figura de projeção nacional. E em cima de uma mentira, atacando a comunidade LGBT“, escreveu o deputado reeleito pelo PSOL.

 

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