Assim como no Brasil, a Geórgia, pequeno país da Europa Oriental, com pouco mais de 3 milhões de habitantes, tem registrado altos índices de crimes contra pessoas LGBT nos últimos anos. Como forma de se opor a esses índices que denotam a homofobia local, o jogador Guram Kashi, capitão da seleção nacional e do Vitesse-HOL da Holanda, utilizou uma faixa de capitão com as cores do arco-íris, como forma de protesto, e por isso receberá importante honraria da UEFA.

A principal entidade do futebol europeu premiará Guram com o prêmio #JogoIgual por sua iniciativa, que acabou inspirando outros capitães a fazerem o mesmo.

O prêmio será entregue em Mônaco, no próximo dia 30 de agosto, durante cerimônia de gala para a fase de grupos da Liga dos Campeões.


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Apesar de ser recompensado com a honraria, Guram Kashi foi alvo de críticas dentro de seu próprio país, e uma campanha pedindo que ele renunciasse sua posição na seleção da Geórgia expôs o nível do preconceito e intolerância à diversidade sexual nos moradores local.

No entanto, apesar das críticas, o jogador afirma que não se arrepende do que fez. “Era minha responsabilidade. Não importa quem você é ou o que você faz: se você não machuca os outros pode ser quem [você] quiser. Essa é minha visão, e é assim na Holanda [país em que joga atualmente]”, disse ele.

Sobre o prêmio, ele se disse honrado. “Acredito na igualdade para todos, e continuarei sempre a defender a inclusão e diretos para todos, onde quer que eu jogue”, completou.

 

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