Conferência Global discute direitos LGBTI em Cabo Verde
Conferência Global discute direitos LGBTI em Cabo Verde (Foto: Reprodução/Expresso das Ilhas)

Com o compromisso de apoiar as organizações LGBTI de forma mais intensa, aconteceu entre os dias 5 e 7 de agosto, a Conferência Global sobre Direitos Humanos LGBTI e Desenvolvimento Inclusivo promovido pela Equal Rights Coalition (ERC), que teve entre os seus participantes o Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Gênero (ICIEG).

A presidente do ICIEG Rosana Almeida e o coordenador nacional da Campanha Livres e Iguais das Nações Unidas Samori Araújo participaram participaram das atividades do evento que se trata de uma coalizão intergovernamental global dedicada aos direitos humanos de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexo e ao desenvolvimento inclusivo, que aconteceu na cidade Vancouver, no Canadá.

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Cerca de 300 pessoas se reuniram como convidados globais para em representação de estados, agências de cooperação para o desenvolvimento, sociedade civil, agências e organizações multilaterais, doadores privados e outras partes interessadas, reforçando o compromisso compartilhado de promover os direitos humanos LGBTI e o desenvolvimento inclusivo.

Entre os principais objetivos traçados para a conferência deste ano destacam-se a edificação de conhecimento sobre tendências globais, lacunas e melhores práticas na promoção dos direitos humanos LGBTI e desenvolvimento inclusivo, a criação de networkings entre estados, agências de cooperação para o desenvolvimento, organizações não-governamentais (ONGs) e organizações internacionais, para além do estabelecimento de normas para ajudar a avançar ainda mais os direitos humanos LGBTI e o desenvolvimento inclusivo através da diplomacia e da coordenação do desenvolvimento.

1 COMENTÁRIO

  1. É mister parabenizar a participação da legação cabo-verdiana, posto que em África, só a África do Sul não criminaliza o homossexualismo. A discussão dosa direitos do contingente LGBT precisa passar compulosoriamente sobre a questão de educar as populações de países com legislação que punam o homossexualismo. A carta da ONU reconhece o dever de todos os seus membros garantirem a segurança e a não discriminação de contingentes homossexuais. Como, se se admite que seja contravenção penal, pecado, a ponto de em muitos países, sobretudo islâmicos, o assassinato de homossexuais ser considerado “execução” e não crime?

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